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Domingo, 23 de Setembro de 2018
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Laudos confirmam que menina de 12 anos assassinada sofria abusos sexuais, em Penha

Porém, no dia do crime, a garota não foi abusada

Carla Superti
Vale
Arquivo/ND
Na época do crime, vizinhos relataram que a menina era maltratada pelo padrasto

 

 

Depois de mais de dois meses do assassinato de Júlia Alves, de 12 anos, laudos confirmaram que a menina sofria abusos sexuais há algum tempo, em Penha. Mas, no dia que morreu, ela não foi abusada. O crime é investigado pela Polícia Civil, que tem a mãe e o padrasto da garota como principais suspeitos.

As análises sobre os abusos foram feitas de acordo com as secreções encontradas no corpo da jovem. A polícia também coletou as digitais dos dois suspeitos para comparar com as encontradas nas duas facas apreendidas na cena do crime. A mãe e o padrasto de Júlia prestaram novos depoimentos nesta semana. Uma das facas, que continham digitais, pode ter sido lavada. Por isso, o investigador do caso vai pedir esclarecimentos ao Instituto Geral de Perícias (IGP) sobre as provas do crime.

Arquivo/ND
Facas encontradas na cena do crime estão sendo analisadas

 

A garota foi morta a facadas no dia 20 de fevereiro em uma chácara onde morava com a família. Na época do crime, a mãe dela, de 31 anos, e o padrasto, de 44, disseram que a residência foi invadida por criminosos, que mataram a filha dela com tiros.

Quando a polícia chegou ao local, encontrou uma cena diferente. A garota tinha sido morta a facafas. A suspeita foi encontrada pela Polícia Militar com facas na mão e disse que utilizou as armas para se defender dos bandidos. Vizinhos que conheciam a família afirmaram que Júlia era maltratada pelo padrasto. Inclusive, ela teria feito denúncias ao Conselho Tutelar, que negou o fato.

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