Maristela Temer depõe à PF por quatro horas em São Paulo

GABRIELA SÁ PESSOA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Filha do presidente Michel Temer, a psicóloga Maristela Temer depôs à Polícia Federal, em São Paulo, nesta quinta-feira (3), na sede da instituição no Aeroporto de Congonhas. Segundo seu advogado, Fernando Castelo Branco, Maristela prestou “todos os esclarecimentos necessários” à investigação. O depoimento durou cerca de quatro horas.

Maristela chegou e saiu do aeroporto sem ser percebida por jornalistas. O delegado responsável pelo inquérito, Cleiber Lopes, de Brasília, chegou à delegacia por volta das 10h.

Maristela foi ouvida no âmbito das investigações que apuram se o presidente Michel Temer lavou dinheiro de propinas em imóveis.

Investigadores trabalham com o indício de que o presidente recebeu, por meio do coronel João Baptista de Lima Fillho, ao menos R$ 2 milhões de propina em 2014.

Naquele ano, quando Temer foi reeleito vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff, duas reformas foram feitas, em valores semelhantes, em propriedades de familiares do peemedebista: de Maristela e da sogra, Norma Tedeschi.

Um dos fornecedores da reforma de Maristela afirmou ter recebido em dinheiro vivo pagamentos pelos produtos, todos das mãos de Maria Rita Fratezi, mulher do coronel Lima.

A origem do dinheiro das obras são, para investigadores, a JBS e uma empresa contratada pela Engevix.

No dia da publicação da reportagem, Temer fez um pronunciamento em que disse ser vítima de perseguição criminosa disfarçada de investigação.

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Maristela Temer depõe à PF por quatro horas em SP

GABRIELA SÁ PESSOA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Filha do presidente Michel Temer, a psicóloga Maristela Temer depôs à Polícia Federal, em São Paulo, nesta quinta-feira (3), na sede da instituição no Aeroporto de Congonhas.

Segundo seu advogado, Fernando Castelo Branco, Maristela prestou “todos os esclarecimentos necessários” à investigação. O depoimento durou cerca de quatro horas.

Maristela chegou e saiu do aeroporto sem ser percebida por jornalistas. O delegado responsável pelo inquérito, Cleiber Lopes, de Brasília, chegou à delegacia por volta das 10h.

Maristela foi ouvida no âmbito das investigações que apuram se o presidente Michel Temer lavou dinheiro de propinas em imóveis.

Investigadores trabalham com o indício de que o presidente recebeu, por meio do coronel João Baptista de Lima Fillho, ao menos R$ 2 milhões de propina em 2014.

Naquele ano, quando Temer foi reeleito vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff, duas reformas foram feitas, em valores semelhantes, em propriedades de familiares do emedebista: de Maristela e da sogra, Norma Tedeschi.

Um dos fornecedores da reforma de Maristela afirmou ter recebido em dinheiro vivo pagamentos pelos produtos, todos das mãos de Maria Rita Fratezi, mulher do coronel Lima.

A origem do dinheiro das obras são, para investigadores, a JBS e uma empresa contratada pela Engevix.

No dia da publicação da reportagem, Temer fez um pronunciamento em que disse ser vítima de perseguição criminosa disfarçada de investigação.

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