Delegado da PF quebra som de acampamento pró-Lula em Curitiba

Acampamento Democrático Lula Livre foi montado em Curitiba para apoiar ex-presidente que está preso - Ricardo Stuckert/Fotos Públicas
Acampamento Democrático Lula Livre foi montado em Curitiba para apoiar ex-presidente que está preso – Ricardo Stuckert/Fotos Públicas

CATIA SEABRA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O delegado da Polícia Federal Gastão Schefer Netto quebrou, na manhã desta sexta-feira (4), o equipamento de som usado por petistas no acampamento em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Curitiba.

Segundo relato de petistas, que gravaram imagens do delegado, ele invadiu o acampamento e quebrou o equipamento de som no momento em que se preparavam para o grito de “bom dia, Lula”, que repetem todas as manhãs.

De acordo com a deputada estadual Márcia Lia (PT-SP), ele foi detido pela Polícia Militar e liberado pouco depois. Ele foi identificado por ela e pela deputada federal Ana Perugini (PT-ES), no momento em que voltava à superintendência da PF, de onde elas saiam.

Nesse instante o delegado foi identificado. Segundo Márcia Lia, o delegado disse estar nervoso e com dificuldades para dormir. Ainda segundo a deputada, ele alega ter sido agredido.

“Vamos tentar registrar a queixa por Brasília, porque percebemos que, da República de Curitiba, não sairá nada”, ela afirmou.

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Delegado da PF quebra som de acampamento pró-Lula em Curitiba

CATIA SEABRA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O delegado da Polícia Federal Gastão Schefer Netto quebrou, na manhã desta sexta-feira (4), o equipamento de som usado por petistas no acampamento em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Curitiba.

Segundo relato de petistas, que gravaram imagens do delegado, ele invadiu o acampamento e quebrou o equipamento de som no momento em que se preparavam para o grito de “bom dia, Lula”, que repetem todas as manhãs.

De acordo com a deputada estadual Márcia Lia (PT-SP), ele foi detido pela Polícia Militar e liberado pouco depois. Ele foi identificado por ela e pela deputada federal Ana Perugini (PT-ES), no momento em que voltava à superintendência da PF, de onde elas saiam.

Nesse instante o delegado foi identificado. Segundo Márcia Lia, o delegado disse estar nervoso e com dificuldades para dormir. Ainda segundo a deputada, ele alega ter sido agredido.

“Vamos tentar registrar a queixa por Brasília, porque percebemos que, da República de Curitiba, não sairá nada”, ela afirmou.

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