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Quinta-Feira, 15 de Novembro de 2018
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Segunda edição do Desafio Cidade que Dança será em paralelo ao Festival de Dança de Joinville

Concurso reúne personalidades da cidade e será no dia 22 de julho, na Sociedade Harmonia-Lyra

Suelen Soares da Silva
Joinville
Christian Porto/divulgação/ND
Ensaios do Desafio Cidade que Dança são transmitidos online pela página do concurso no facebook

Pelo segundo ano consecutivo, em paralelo ao 34º Festival de Dança de Joinville, os professores Maycon Santos e Francine Borges do Studio de Dança Dois Pra Lá Dois Pra Cá, juntamente com a Sociedade Harmonia-Lyra, promovem o Desafio Cidade que Dança. Trata-se de um concurso de dança que ocorrerá no dia 22 de julho, às 20h, na Sociedade Harmonia-Lyra, em Joinville.

Mais do que um concurso, o desafio tem o objetivo principal de divulgar a dança de salão. Nesta edição, os participantes concorrerão dançando os ritmos de forró e samba de gafieira. Ele será disputado por pessoas que moram na cidade e têm visibilidade social ou se destacam em suas profissões ou área de atuação.

Todas as personalidades convidadas se apresentarão tendo como par um professor de dança ou um bailarino da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. Eles vêm ensaiando duas vezes por semana. O grupo ainda está em formação, mas pelos ensaios já passaram uma miss plus size e até um padre.

Alguns dos concorrentes desistiram e no momento o grupo é formado pela empresária e modelo Daniela Song; o fisioterapeuta Johny Jablonski; a jornalista Renata Seliprim; o ator e professor Robson Benta; o advogado Eugênio Pacelli Costa; a financial advisor Suelen Kath; o fotógrafo Vanderlei Kupicki; a modelo e atual Miss Joinville Amanda Felski Peres; a passista e professora de zumba Sabrina Costa Lima; a diretora de marketing Roberta Buss Rocha, a fundadora do Garra (Grupo de Apoio e Reorganização da Reeducação Alimentar) Karla Magalhães; e a jornalista do ND Joinville Suelen Soares.

O concurso também tem mexido com a rotina dos participantes, pois além dos ensaios, que para alguns está sendo mesmo um aprendizado, os preparativos também envolvem a busca dos figurinos adequados e de calçados apropriados para dançar e arrasar no dia 22.

Segundo Roberta Buss Rocha, o desafio tem sido bem mais do que apenas aprender a dançar, mas algo que tem feito uma transformação muito grande em sua vida. “Participar tem sido revelador, pois despertou algo em mim, uma Roberta que estava adormecida. A dança traz à tona a mais bela expressão da alma e isso está estampado nos meus olhos. Estou me sentindo leve e feliz”, afirma.

Cecília Longo levou o troféu da primeira edição

No ano passado, quem levou para casa o 1º Troféu Desafio Cidade que Dança foi a bancária Cecília Longo Coelho, mulher do ex-presidente da Fundação Cultural de Joinville e vice-prefeito Rodrigo Coelho. As modalidades da primeira edição foram valsa e tango.  Cecília dançou com o bailarino Micael Fripo. O segundo lugar ficou com a jornalista Karol Meier e Willian Alves e o terceiro com o jornalista Eduardo Lima e Lorena Costa.

Para quem quiser assistir às performances no dia do evento, os ingressos já podem ser adquiridos na bilheteria do 34º Festival de Dança, no Studio de Dança Dois Pra Lá Dois Pra Cá, na secretaria da Sociedade Harmonia-Lyra, no site da Ticket Center e com os participantes do Desafio. O valor é R$ 65 (sem jantar) e R$ 100 (com jantar).

O Desafio Cidade que Dança é uma realização do Studio de Dança Dois Pra Lá Dois Pra Cá e Sociedade Harmonia-Lyra, apoio do Festival de Dança de Joinville, da Escola do Teatro do Bolshoi do Brasil e é promovido pelo jornal Notícias do Dia e com patrocínio da Auto escola Gilberto e Espaco Corpore.

Depoimento

“Quando recebi o convite, jamais pensei o quanto seria bom e também difícil dançar. São dois ritmos – forró e samba de gafieira. Pronto. Falei em samba de gafieira e as pessoas já acham que por eu ser negra já nasci dançando. Mas não é bem assim, é diferente de sambar sozinha, de brincadeira ou simplesmente me balançar achando que estou sambando.

O samba de gafieira, assim como o forró, deve ser dançado a dois e quanto mais juntinho do par, melhor ficam os comandos, as figuras e etc. E, no início, eu tive muita dificuldade de entender, o que me causou muita insegurança.

Agora, na reta final dos ensaios, estamos mais livres, leves e dançando, inacreditavelmente melhor. O nosso compromisso é sermos felizes fazendo isso. E somos. A cada ensaio/aula estreitamos nossos laços com os pares, com os demais participantes e com o público que vai sendo formado a cada aula que é transmitida ao vivo, através da página do Desafio no Facebook.”

Suelen Soares, repórter do jornal Notícias do Dia de Joinville

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