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Promovendo lições tiradas da ciência da cabala, Maria Teresinha Debatin lança novo livro

“A Lua e o caminhante – exatos 49 dias cabalísticos para a transformação da vida" traz questionamentos e auxilia o leitor a reprogramar a vida

Gustavo Bruning
Florianópolis
08/12/2016 às 21H23

“Eu aprendi muito cedo que você não chega a lugar nenhum se não tiver metas”, garante a escritora Maria Teresinha Debatin. Presidente da FCC (Fundação Catarinense de Cultura), ela é formada em numerologia e cabala desde 1999 e lançou nesta quinta-feira (8) seu novo livro, “A Lua e o caminhante – exatos 49 dias cabalísticos para a transformação da vida”. Utilizando a cabala como filosofia, a intenção da obra é que o leitor questione a sua existência e a razão de viver. “No final temos que chegar ao mesmo caminho, [que é descobrir] quem sou eu e o que eu vim fazer aqui”, explica.

Maria Teresinha Debatin fez sessão de autógrafos no CIC (Centro Integrado de Cultura) - Marco Santiago/ND
Maria Teresinha Debatin fez sessão de autógrafos no CIC (Centro Integrado de Cultura) - Marco Santiago/ND



Este é o sexto livro de Maria Teresinha e o segundo a ter a cabala como elemento central – os primeiros continham crônicas e poesias. “Esse livro abre um novo ciclo e fala mais da parte prática da cabala”, conta a autora. A obra de autoajuda, explica, permite que o leitor reprograme a sua vida de acordo com a ciência da cabala, algo que não é encontrado facilmente em publicações. A ideia é que a filosofia do livro seja praticada a partir do primeiro dia da lua minguante – a próxima deverá ocorrer no dia 20 de dezembro.

A cabala está presente na vida de Maria Teresinha há mais de quinze anos. A catarinense, nascida em Brusque, trabalhou como bancária durante 29 anos. Após estudar numerologia e cabala, passou a fazer mapas cabalísticos e promover seminários.

O novo livro, inclusive, é resultado de um dos seminários da autora. O projeto, realizado desde 2008, corresponde a uma jornada de 49 encontros. “O pessoal dizia que sentia um vazio quando terminava o seminário”, afirma. A obra ficou pronta somente em 2014, mas foi escrita entre 2008 e 2009.

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