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Segunda-Feira, 23 de Julho de 2018
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Obras na Casa Fleith estão concluídas

Iphan investiu R$ 392 mil na restauração

Redação ND
Joinville
Fabrício Porto/ND
Data. Casa completa 100 anos em 2013

A reforma da Casa Fleith, na Estrada do Pico, em Pirabeiraba, foi concluída dentro do prazo: dezembro de 2012. Mas os moradores, os agricultores Osni e a mulher Idenilda, ainda não têm data para fazer a mudança porque o Iphan (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), que investiu R$ 392 mil na restauração, pediu que a empresa Tecville, de Curitiba, que venceu a licitação para fazer a obra, fizesse algumas adaptações na casa antes de permitir a entrada dos proprietários.

“São pequenos detalhes que precisam ser revistos para estarem de acordo com a visão técnica do Iphan, mas a obra foi entregue em dezembro”, informa Carine Possamai, chefe do escritório técnico do Iphan em São Francisco do Sul.

Joel Gehlen, diretor executivo da Fundação Cultural de Joinville, órgão que fez o projeto de reforma da casa de estrutura enxaimel, visitou o local com a arquiteta Dinorah Rocha, que trabalha na coordenação do patrimônio cultural. “O trabalho ficou fantástico”, afirmou Joel, ao observar a residência espiando pelas janelas, já que os donos do imóvel não estavam lá no final da manhã de ontem. Rodrigo Coelho, vice-prefeito e presidente da Fundação Cultural, informa que a obra será entregue ainda em janeiro, mas a data ainda não será divulgada porque precisa ser definida pelo Iphan.

As obras na parte elétrica, hidráulica, cobertura e piso da casa da Casa Fleith começaram em fevereiro do ano passado. Os funcionários da Tecville trabalharam para manter os elementos originais da edificação, que pelas estimativas foi inaugurada em 1913 e, neste ano, completa 100 anos de existência.

A única adaptação diferente do projeto original foi a construção de um banheiro junto a casa. Como toda a estrutura em madeira estava comprometida, assim como o telhado, tudo precisou ser refeito, tentando manter o maior número de peças originais. Quando não foi possível, ocorreu a substituição por material novo de qualidade similar.

Como o assoalho da cozinha já estava comprometido por estar muito tempo sem cobertura, a primeira ação da equipe que trabalho no restauro foi colocar uma cobertura provisória sobre a da Casa Fleith, que esperou 20 anos pela restauração. Enquanto uma equipe ficava no canteiro de obras, outra ficou encarregada de buscar produtos que precisavam de substituição.

 

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