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Suspeito de matar turista no Réveillon 2017 em Florianópolis é morto em confronto com a PM

Homem já tinha diversas passagens policiais e teria enfrentado uma guarnição com um comparsa na madrugada desta sexta-feira

Redação ND
Florianópolis
13/04/2018 às 15H21

Um rapaz de 18 anos, suspeito de matar uma turista gaúcha na comunidade Papaquara, em Florianópolis, em janeiro de 2017, foi morto em um confronto com a Polícia Militar na madrugada desta sexta-feira (13) no Norte da Ilha.

De acordo com a polícia, o local estava sendo monitorado por uma guarnição para coibir o tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Os policiais estavam dentro de um imóvel abandonado quando foram surpreendidos por dois suspeitos armados, atirando em sua direção.

Ainda conforme a corporação, os policiais revidaram, acertando o homem identificado como Lucas Ribeiro da Silva, que já tinha diversas passagens criminais. O outro suspeito, sem identificação, conseguiu fugir do local.

Arma utilizada pelo suspeito foi apreendida - Polícia Militar/Divulgação/ND
Arma utilizada pelo suspeito foi apreendida - Polícia Militar/Divulgação/ND


Lucas chegou a ser socorrido pelo SAMU (Serviço de Atendimento Médico de Urgência), mas morreu ainda no local, dentro da ambulância. A Delegacia de Homicídios foi acionada e apreendeu a arma utilizada por Lucas, uma Glock de calibre 9mm. 

Os socorristas que prestaram atendimento médico encaminharam o corpo à base do Corpo de Bombeiros Militar de Canavieiras, já que o local é considerado área de risco. Depois, ele foi encaminhado pelo IGP (Instituto Médico Legal) ao IML (Instituto Médico Legal).

O jovem é apontado pela polícia como o autor dos disparos que mataram Daniela Scotto de Oliveira Soares, 38, quando passava de carro pela comunidade na companhia de familiares, no dia 1º de janeiro de 2017. 

Na época, Lucas era menor de idade, mas chegou a se apresentar à Polícia Civil dizendo que a arma utilizada por ele teria disparado sozinha. Ele também disse que  acreditou que o carro onde estava a família da turista era de uma facção rival.

Daniela morava em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e veio com o marido passar o Réveillon na casa de familiares. Eles comemoraram a virada do ano no bairro Vargem Grande e deveriam seguir para  bairro Estreito, no Continente. No carro da família estavam Daniela, o marido Felipe, um sobrinho e os sogros. O marido, que dirigia o carro, acionou um aplicativo de GPS e, por engano, entrou na servidão Braulina Machado, na localidade de Papaquara, no Norte da Ilha, reduto de uma facção criminosa. Ali, o carro foi alvejado, com tiro que atingiu a cabeça da professora.

Daniela tinha 38 anos e morava no Rio Grande do Sul -  Divulgação/ND
Daniela tinha 38 anos e morava no Rio Grande do Sul - Divulgação/ND





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