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Sociedade Rio da Prata, em Pirabeiraba, comemora 70 anos de atividades

“Tribaile de Chopp” será o ponto alto, neste sábado, das comemorações na tradicional agremiação de tiro ao alvo e recreação

R. Szabunia, especial para o Notícias do Dia
Joinville
03/11/2016 às 21H26

Um “Tribaile de Chopp” será o ponto alto, neste sábado, das comemorações dos 70 anos de atividades da Sociedade Esportiva e Recreativa Rio da Prata, tradicional agremiação de tiro ao alvo e recreação de Pirabeiraba. “A data oficial de fundação é 31 de dezembro de 1946, mas antecipamos os festejos, já que no último mês do ano há muitos outros eventos”, esclarece o atual presidente, Evandro Bramigk. Além do baile deste sábado, o calendário tem a última etapa do Atire.com, campeonato brasileiro de tiro chumbinho, dia 3 de dezembro, e o encerramento das atividades do ano da sociedade, duas semanas depois.

Integrantes da diretoria Wigando Voigt (esq.), Romildo Letzner, Evandro Bramigk, Anderson Hackbarth, Leonildo Biatobock e Reinaldo Meyer - Fabrício Porto/ND
Integrantes da diretoria Wigando Voigt (esq.), Romildo Letzner, Evandro Bramigk, Anderson Hackbarth, Leonildo Biatobock e Reinaldo Meyer - Fabrício Porto/ND

Para o baile, os ingressos custam R$ 45, dando direito a chope a noite toda, um caneco de acrílico e dança ao som das bandas Sintonia Sul de Tangará, Explosão de Joinville e Bavária de Jaraguá. Serão ainda sorteados dois prêmios em dinheiro de R$ 500. Os ingressos já estão à venda na secretaria da Sociedade Rio da Prata.

 História remonta a 1920

 Os primórdios da Sociedade Esportiva e recreativa Rio da Prata estão em 1920, quando foi criado o clube de tiro Schützenverein Tell (homenagem ao arqueiro suíço Wilhelm – ou Guilherme – Tell). “Esse aqui era meu padrinho, João Voigt, um dos fundadores do clube, que em 1946 virou Rio da Prata”, explica Wigando Voigt, 79 anos, apontando para um dos atiradores na foto de seu acervo. Presidente nas gestões 1976-78 e 80-84, hoje integrando o Conselho Fiscal, Voigt tem como principal legado de suas administrações a inauguração do atual salão, em maio de 1983. Além dele, o clã familiar tem o filho Dirson na galeria dos ex-presidentes.

A exemplo da maioria das tradicionais sociedades joinvilenses, a SER Rio da Prata já não conta com quadro associativo para se manter. “Nossos recursos – esclarece o presidente Evandro Bramigk, mais conhecido como Bizu – vêm dos eventos que promovemos ao longo do ano e do aluguel do salão para terceiros.” A partir da segunda quinzena de novembro, por exemplo, quase toda semana há festas de encerramento, como a tradicionalmente promovida pelo Grêmio Fabril Lepper.

A prática do tiro ao alvo ainda continua firme na Sociedade Rio da Prata, hoje com 50 atiradores na equipe. O diretor de Tiro ao Alvo, Reinaldo Meyer, comemora o título conquistado pelo time feminino na série prata do campeonato citadino. E mais: “Em novembro minha filha Geovana, de 15 anos, estará com a Seleção Brasileira no Chile, disputando o Sul-Americano.”

 Diretoria empenhada

No feriado de Finados, a tarde foi de muito esforço na Sociedade. Presidente, diretores e familiares derramavam suor na limpeza e no início dos preparativos para o Tribaile de Chopp. “Queremos ver no mínimo umas 2.500 pessoas sábado aqui”, espera Bizu, convidando o joinvilense.

Além de Bramigk, a gestão 2016-17 tem o vice Romildo Letzner, o diretor de Tiro Reinaldo Meyer, o primeiro tesoureiro Anderson Hackbarth, a segunda tesoureira e secretária Evelise Bramigk Hackbarth, o diretor de Patrimônio Leonildo Biatobock e o diretor de Eventos Arnoldo Nelz. No Conselho Fiscal estão Wigando Voigt, Harold Sutter, Gisela Berwald e Leonildo Biatobock. Integram o Conselho Deliberativo Agnes Voigt, Evandro Vargas, Neusa Fidélis e Verônica Krelling.

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