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Quinta-Feira, 15 de Novembro de 2018
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Reunião aponta propostas para a falta de segurança no bairro Guanabara, na zona Sul de Joinville

Representantes dos moradores e poder público se reuniram nesta quinta (26), após manifestação que reuniu dezenas de pessoas em rua do bairro

Suellen Dos Santos Venturini
Joinville
Germano Rorato/ND
Igreja serviu de local para reunião sobre segurança no bairro Guanabara

 

A implantação de posto da Polícia Militar nas proximidades do Parque da Cidade. É por isso que vão lutar os representantes dos moradores do bairro Guanabara após a reunião com representantes da Polícia Militar, Prefeitura e políticos que aconteceu na tarde desta quinta (26), na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, no Guanabara, zona Sul de Joinville. O encontro foi uma resposta a manifestação à luz de velas que levou centenas de pessoas as ruas na noite de quarta (25) para pedir por mais segurança no bairro.

Levar o policiamento para mais perto das pessoas foi uma das soluções apontadas frente às ocorrências de crimes no parque e nas suas proximidades. Na igreja, que fica em frente ao parque, já foram registrados assaltos. Para o sargento da PM que esteve na reunião, representando o 17º batalhão, a opção é válida, devido ao grande problema do parque, o tráfico de drogas. “Isso acarreta em outros problemas, mas o tráfico de entorpecentes é o principal problema no parque”, disse Auro Brand, sargento da PM.

O secretário de Segurança Pública e Proteção Civil do município, César Roberto Nedochetko, que também esteve na reunião, foi questionado pela ausência de guardas municipais no parque, já que a guarda deve proteger o patrimônio público. Ele explicou que está nos planos da secretaria implantar o serviço mas que por enquanto os 44 guardas estão trabalhando nas escolas municipais, que são prioridade.

A segurança no trânsito também foi assunto na reunião. O Detrans (Departamento de Trânsito) informou que a partir de abril a rua Graciosa vai estar na lista de vias que irão receber fiscalização com radares táticos na tentativa de diminuir a imprudência no trânsito.

Para o padre Jackson Rampellotti, que organizou a manifestação e a reunião, o encontro foi apenas o começo de uma longa caminhada para as revindicações, que serão levadas à Prefeitura e ao governo do Estado. “Esse é o início de movimento que não termina aqui e é claro que não vamos resolver nada de uma hora para outra, mas é isso que precisamos, que a polícia venha conversar, que a Prefeitura venha ouvir e propor soluções”, disse Rampellotti.

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