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Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018
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Projeto em escola de Joinville objetiva transformar alunos em líderes

Simulando representantes de países da ONU, alunos debatem problemas mundiais

Juliane Guerreiro
Joinville

Compreender o que acontece no mundo é o primeiro passo para ajudar a debater e solucionar os problemas dele. Essa foi a proposta da quarta edição da “Simulação da 71ª Assembleia Geral da ONU”, que movimentou os alunos do 9º ano Colégio Machado de Assis, em Joinville.

O professor de geografia Felipe Ricardo Lovemberger, um dos idealizadores do projeto, conta que o objetivo é conscientizar os alunos sobre os problemas enfrentados pela sociedade. “A intenção é politizá-los para que possam enfrentar os problemas locais e globais. A vontade é a de transformá-los em líderes para que possam transformar o mundo”, conta.              

O projeto foi desenvolvido em duas etapas. Na primeira, ainda na escola, os estudantes foram divididos em 28 grupos, cada um deles representando um país da ONU (Organização das Nações Unidas). Durante a tarde, três debates aconteceram simultaneamente, cada um sobre um tema mundial: soluções para acabar com a pobreza extrema, desafios energéticos e climáticos do mundo, e combate ao terrorismo e respeito aos direitos humanos. Uma equipe de cada país representava a nação no debate sobre cada tema, a fim de discutir e encontrar soluções para os problemas apresentados. Os debates são baseados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, uma série de metas da organização que devem ser cumpridas pelos países que as adotam em um período de quinze anos. Ao todo, são 17 objetivos, divididos em 169 metas.

À noite, depois da discussão em sala de aula, os alunos se encontraram novamente na Câmara de Vereadores de Joinville, para que cada grupo representante dos países pudesse discursar sobre o trabalho.

Divulgação/ND
Depois dos debates na escola, os alunos discursaram na Câmara de Vereadores

Felipe explica que o projeto tem caráter interdisciplinar e vários professores se envolveram nas atividades. “É um projeto muito atual, que tem relação com a política”, destaca. Segundo ele, os alunos entraram em contato com embaixadas e conseguiram diversas informações que ajudaram no desenvolvimento da simulação. Além dos estudantes do 9º ano, alunos do 8º e do ensino médio também participaram, avaliando e formando um comitê, respectivamente.

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