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Polícia Civil acredita em homicídio no caso de mulher desaparecida em Barra do Sul

Célia dos Santos Mazzo, 44 anos, está sumida desde o dia 14 de setembro quando saiu com um namorado

Windson Prado
Joinville
26/10/2016 às 14H39

Homicídio seguido de ocultação de cadáver. Esta é a explicação da Polícia Civil de Balneário Barra do Sul para o desaparecimento da moradora Célia dos Santos Mazzo, 44 anos. A mulher está sumida desde o dia 14 de setembro, quando saiu de casa para se encontrar com um namorado. O casal teria ido passar uma tarde romântica na praia da Enseada, em São Francisco do Sul. Desde então a família não obteve mais notícias de Célia.

O delegado que investiga caso, Rodrigo Aquino Gomes, deve concluir o inquérito nos próximos dias. Na última segunda-feira (24), ele pediu à Justiça que convertesse a prisão temporária do principal suspeito do crime, em preventiva. Mas o pedido foi negado pelo Fórum de Araquari, que decretou a soltura do homem investigado, que nesta quarta foi liberado da UPA (Unidade Prisional Avançada) de São Francisco do Sul.

Célia foi vista pela última vez no dia 14 quando saiu de casa com um namorado - Divulgação/ND
Célia foi vista pela última vez no dia 14 quando saiu de casa com um namorado - Divulgação/ND



O suspeito é um homem de 54 anos, morador de Joinville, e que tem casa no Balneário. “Não podemos dar muitos detalhes porque o caso segue em segredo de Justiça. O que eu posso dizer é que este homem é casado e mantinha um relacionamento extraconjugal com a Célia. No dia do desaparecimento ela foi vista com ele. Por isso representamos pela prisão temporária. A motivação do crime é um mistério”, comentou o delegado antes de saber que o acusado já estava em liberdade.

O suspeito nega a participação no desaparecimento. “Ele diz que não sabe de nada. Mas a investigação aponta que ele foi a última pessoa a encontrar com Célia no dia 14 de setembro. Outro fato curioso é que em 2007, o suspeito foi a polícia de Joinville para comunicar o desaparecimento de outra namorada. Até hoje, pelo que sabemos, ela não foi encontrada”, detalha Aquino.

Enquanto isso a família de Célia segue desesperada na busca por informações do paradeiro da mulher. “A gente está sem notícia alguma. Divulgamos cartazes, mas não sabemos nenhuma informação do paradeiro de minha mãe”, comenta o leiturista, Marcos Mazzo, 26 anos, filho de Célia. Natural de São Vicente (SP), Célia morava há cinco no Balneário Barra do Sul. Quem tiver informações a respeito de Célia deve entrar em contato com a família por meio do telefone, 47/9747-6415, pelo disque denúncia da Polícia Civil 181, ou pelo 190 da Polícia Militar.

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