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Quarta-Feira, 14 de Novembro de 2018
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Museu Nacional de Imigração e Colonização de Joinville terá placas em braile

Objetivo é orientar pessoas cegas e com baixa visão identificando os espaços e também alguns serviços da instituição

Redação ND
Joinville
Arquivo/ND
As 16 placas e braile estarão disponíveis a partir da próxima segunda-feira (1)

 

O Museu Nacional de Imigração e Colonização de Joinville contará a partir da próxima segunda-feira (1) com 16 placas em braille, que irão orientar as pessoas cegas e com baixa visão, identificando os espaços do Museu e também alguns serviços da unidade.

A ação integra o projeto “Educação Patrimonial e Acessibilidade – Museu Nacional de Imigração e Colonização, Patrimônio Cultural Brasileiro”, contemplado pelo Conselho Gestor do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça, do governo federal.

Este projeto vem sendo desenvolvido desde 2011 e visa promover ações de acessibilidade no Museu. Desde 2013, o Museu de Imigração conta com o recurso do audioguia, disponibilizando 15 aparelhos em MP3 que permitem a audiodescrição dos espaços da instituição.

Em 2014, foi lançado o livro ‘Além do que se vê: um museu para a cidade? Museu Nacional de Imigração e Colonização’, organizado pela educadora da instituição, Elaine Machado. A publicação é voltada ao público cego e de baixa visão.

Os profissionais do Museu recebem constantemente capacitação na libras (língua brasileira de sinais).

A coordenadora do Museu de Imigração, Iara Coninck, destaca que todas estas ações de acessibilidade na unidade são válidas. “A proposta do Museu é atingir diferentes públicos. Assim cumprimos nossa função social”, observou.
 
Confira algumas ações de acessibilidade da FCJ (Fundação Cultural de Joinville):
 
- A FCJ conta com um grupo de trabalho que visando à elaboração e posterior implementação do Plano Municipal de Acessibilidade na Cultura, que já está previsto no Plano Municipal de Cultura

- A página da FCJ no Facebook dispõe do recurso de descrição de imagem, que possibilita que cegos também “vejam” as imagens

- o Festival de Dança de Joinville, por iniciativa da FCJ e com patrocínio do Festival, passou a ter uma apresentação audiodescrita por ano

- o Simdec (Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura) patrocinou oficina de musicografia em braille e possui uma categoria de apoio só para projetos de ações afirmativas

- a Casa da Cultura Fausto Rocha Junior possui com programa de extensão cComunitária que oferece cursos gratuitos de teatro, dança e música também voltados pessoas com deficiência;

- Em 2015, ocorreu a primeira edição do Programa Cine Acessibilidade, com a exibição do filme “Colegas”, que contou com o recurso da audiodescrição.

- No ano passado, em 3 de dezembro, o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, também ocorreu a 1ª Tarde Cultural Inclusiva, napPraça Nereu Ramos, com apresentações de artistas e grupos de pessoas com deficiência

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