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Segunda-Feira, 24 de Setembro de 2018
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Ex-leiloeiro Arthur Henrique Carstens morre nesta quarta-feira em Joinville

Sepultamento será nesta quinta-feira, às 11h, no Cemitério Municipal

Suelen Soares da Silva
Joinville
Divulgação/ND
Arthur Henrique Carstens morreu por falência múltipla de órgãos no Hospital Dona Helena, onde estava internado

 

Nesta quarta-feira (10), às 11h, a família Carstens se despediu do seu patriarca, o ex-leiloeiro Arthur Henrique Carstens, que morreu no mesmo dia em que completava 70 anos. Ele estava há oito anos em tratamento de sequelas do diabetes e problemas cardíacos. Carstens se movimentava através de uma cadeira de rodas.

A esposa Lúcia Carstens conta que ele estava internado há três dias no Hospital Dona Helena e aos poucos os órgãos pararam de funcionar. No local estavam dona Lúcia e a filha do casal, Carolina Lopes Carstens. “Uma coisa que conforta a gente é que ele não sentia dor, ele estava com a cabeça funcionando bem. Mas aos poucos a doença foi se agravando e foi tudo parando de funcionar”, lamenta.

O corpo de Arthur Henrique Carsten começou a ser velado nesta quarta-feira, às 17h, na capela mortuária Borba Gato e será sepultado às 11h, desta quinta-feira (11), no Cemitério Municipal de Joinville. Carstens deixa a esposa Lúcia, a filha Carolina e o enteado Paulo Mario Lopes Machado. De acordo com a viúva de Carstens, a família gostaria muito de ter comemorado o aniversário do leiloeiro. “A gente queria muito ter comemorado os 70 anos dele, mas infelizmente não deu. Mas o Arthur era uma pessoa maravilhosa, um homem culto, que apreciava a leitura."

Arthur Henrique Carstens foi leiloeiro público oficial desde junho de 1982. Possuía escritório de leilões em Joinville e Blumenau, a Cartens Leiloeiros, que atualmente é conduzido pelo enteado Paulo Mario Lopes Machado e por Lúcia Carstens.

Carstens foi vice-presidente da Associação Brasileira dos Leiloeiros Públicos Oficiais; presidente do Sindicado dos Leiloeiros Públicos Oficiais dos Estados do Paraná e Santa Catarina e por mais de uma década ocupou o cargo de vice-presidente e diretorias da ABL (Associação Brasileira dos Leiloeiros).

Era executor de atividades na área da leiloaria, como leilões judiciais, governamentais, bancários e industriais no qual ficou nacionalmente reconhecido pelos resultados de seus eventos. Além dos leilões, atuou em ramos empresariais de Santa Catarina, como a agroindústria no Oeste, cerâmica no Sul, motores e metalurgia no Norte, e para os fabricantes de móveis e de materiais de construção no Nordeste, bem como para a estrutura portuária no terminal de Itajaí.

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