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Duas desapropriações liberam o avanço das obras no elevado Rio Tavares, em Florianópolis

Próximo passo é a construção de desvios nos dois sentidos para o início da obra da rampa de acesso à estrutura no sentido Sul da Ilha/Centro. Os atalhos devem ficar prontos em 30 dias

Michael Gonçalves
Florianópolis
24/07/2018 às 16H39

A Secretaria de Infraestrutura de Florianópolis confirmou nesta terça-feira (24) mais duas desapropriações que estavam em processo judicial, na obra do elevado do Rio Tavares, que possibilitarão o desvio de tráfego no local. Em um dos imóveis, uma casa foi demolida e, no outro, um muro foi colocado abaixo. A obra promete ser a solução para o sistema viário do Sul da Ilha, que sofre com os congestionamentos diários. Mesmo antes de a construção do elevado ser finalizada por completo, o prefeito Gean Loureiro (MDB) pretende liberar o trânsito sobre a estrutura, até o início da próxima temporada de verão, em dezembro de 2018.

Uma casa e um muro foram demolidos em duas propriedades - Divulgação/PMF/ND
Uma casa e um muro foram demolidos em duas propriedades - Divulgação/PMF/ND


O diretor de obras, Tiago Schmitt, prevê que os desvios nos dois sentidos devem ser concluídos em 30 dias. “Essas desapropriações liberam o avanço da obra, porque vamos construir desvios nos dois sentidos para construir a rampa de acesso ao elevado no sentido Sul da Ilha/Centro. Começaremos a terraplanagem dos desvios e dentro de um mês deveremos ter a pista principal liberada para o início da construção da rampa, mas a população será comunicada com antecedência”, explicou.

Com 40% das atividades concluídas, os 30 operários estão divididos em três frentes de trabalho. A escavação do último dos três pontos em que foram achados indícios de antigas civilizações em atendimento às exigências do Iphan (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural), a edificação do pilar central e o alargamento das vias, que exigirá obras de contenção programadas para serem realizadas nos próximos 40 dias.

O elevado do Rio Tavares terá 225 metros de extensão. A obra começou em junho de 2015 e deveria ter ficado pronta em 18 meses, ou seja, em janeiro de 2017. A crise econômica e as pesquisas arqueológicas foram as justificativas para os atrasos. O custo da obra é de R$ 16 milhões, com mais R$ R$ 15,4 milhões para as desapropriações.

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