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Terça-Feira, 20 de Novembro de 2018
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Despedida para Maria Elisa Rück, primeira mulher a presidir a Sociedade Harmonia-Lyra de Joinville

Figura conhecida da sociedade joinvilense, ela morreu de infarto fulminante na noite de quinta-feira

Redação ND
Joinville
Arquivo/ND
Maria Elisa Rück completaria 83 anos na próxima terça-feira (6)

 

Primeira mulher a ser presidente da Sociedade Harmonia-Lyra, Maria Elisa Rück, morreu aos 82 anos, na noite desta quinta-feira após sofrer um infarto fulminante em casa, em Joinville. Ela foi cremada nesta sexta-feira (2) à tarde, em Jaraguá do Sul. Elisa completaria 83 anos na próxima terça-feira (6).

Bastante abalado com a perda da mãe, o filho Marcos Antonio Rück, 59 , contou que, quando ela sofreu um mal súbito, estava terminando de se arrumar para ir a um coquetel. “Ajudava ela a se arrumar, colocar colares e acessórios”, disse.

Ela sempre teve envolvimento eventos sociais e trabalhou com filantropia, segundo o filho. “Minha mãe foi uma mulher forte, decidida e com grande determinação. Tinha uma vontade imensa de viver e ter vida social, que é o grande legado dela. Vai deixar muita saudade.”

Em 1992, Elisa assumiu a presidência da Sociedade Harmonia-Lyra – algo ainda inédito na época. Foram três mandatos consecutivos que tiveram como principal marca bailes como os de debutantes, de Carnaval, o já esperado Réveillon e as noites natalinas. Elisa esteve à frente da sociedade de 1992 a 1998 e sempre acompanhou as atividades do clube com o marido Hermes Rück.

Amiga de Elisa, Claudete Giuliari, 65, contou que tinha grande admiração por ela. “Era uma pessoa cheia de vida. Tinha um amor pela vida e encarava a vida como uma festa. Assumia que realmente gostava de estar rodeada de amigos e ao longo de toda vida nunca se negou a algum evento.”

Claudete, que fez a festa de aniversário de 80 anos da amiga, comentou que se lembra de quando conheceu Elisa. “Conhecia a Elisa quando era uma menina. E desde então, tenho essa imagem dela: era exuberante em todos os sentidos. Se maquiava, gostava de se vestir bem, sempre usou muitos colares, acessórios. Ficava impressionava com ela.”

Elisa nasceu em São Bento do Sul e só veio para Joinville em 1961, quando o marido Hermes Rück foi chamado para trabalhar na Tupy. Não demorou muito para que o casal passasse a fazer parte da vida social da cidade.

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