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Terça-Feira, 13 de Novembro de 2018
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Corpo é encontrado em construção no bairro Anita Garibaldi, em Joinville

Overdose pode ter sido a causa da morte do servente de pedreiro

Thaís Moreira de Mira
Joinville
Fabrício Porto/ND
Fabrício Porto/ND
Corpo foi encontrado por colegas e recolhido pelo IGP

Morte natural ou overdose? É esta pergunta que os peritos do IML (Instituto Médico Legal) de Joinville tentarão responder a partir da autópsia realizada no corpo do servente de pedreiro Everson Luiz Costa, 55 anos, encontrado morto no início da manhã desta quinta-feira (18) em um construção na rua Diringshoffen, bairro Anita Garibaldi. Dois dos colegas da vítima acionaram a Polícia Militar, por volta das 6 horas. O trio dormia em um galpão atrás da obra.

“Acordamos para ir trabalhar e ele já estava todo roxo. Durante a noite ele passou mal, falamos em chamar o Samu e ele disse que ficaria deitado para pegar um ar”, lembra o pedreiro Juarez Soares Marquês, 42. De acordo com a testemunha, a vítima o havia procurado na noite anterior porque não tinha aonde dormir. “Ele trabalhava a uns dez dias na mesma obra que eu, ali na Borba Gato, ontem me procurou pedindo um lugar para dormir”.

Everson, conforme relataram os colegas, era alcoólatra e passou um ano e meio internado em uma clínica de reabilitação no bairro Vila Nova. Um frasco de morfina encontrado pelos peritos do IGP (Instituto Geral de Perícias) na mochila do servente de pedreiro levantou a hipótese de que a vítima possa ter sofrido uma overdose. “O vidro estava pela metade”, revela Juarez.

 

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