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Quinta-Feira, 20 de Setembro de 2018
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Campanha de vacinação infantil encerra nesta sexta-feira em Joinville

Doses da tripice viral e da vacina contra a paralisia infantil estão disponíveis em 54 unidades de saúde

Redação ND
Joinville
Agência Brasil/Divulgação/ND
Vacinação contra a paralisia infantil é via oral



Esta sexta-feira (12) é o último dia para a vacinação contra paralisia infantil e sarampo, caxumba e rubéola (a tríplice viral). Pais e responsáveis devem levar os filhos a uma das 54 Unidades Básicas de Saúde de Joinville, das 7 às 19h.

O público-alvo da vacina tríplice viral (injetável), são crianças de 1 ano a 4 anos, 11 meses e 29 dias. Já a vacina de combate à poliomielite (via oral) é destinada a crianças a partir dos seis meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias. As doses são aplicadas gratuitamente. Lembrando que é essencial levar a carteirinha de vacinação, assim, se houver alguma vacina faltando, o calendário será colocado em dia.


A meta nacional é aplicar 95% das doses em mais de 12,7 milhões de crianças. De acordo com levantamento da Secretaria Municipal da Saúde, até o momento 83% das crianças - 26.763 de um universo de 32.124 - foram imunizadas contra a poliomielite em Joinville. Já a tríplice viral atingiu 86% da cobertura vacinal, ou seja, 24.141 de um total de 28.181 crianças. A baixa procura no período de 8 a 28 de novembro, em todo o país, forçou o Ministério da Saúde a prorrogar o prazo.


“Vivemos uma situação pontual. Sei que é um período complicado, por conta das férias e a preocupação com as festas de final do ano, mas não devemos deixar os pequenos expostos a doenças que podem deixar sequelas para o resto da vida”, destaca Maria Goreti de Lara Cardoso, coordenadora técnica do setor de Imunização da Secretaria da Saúde.

Goreti também observa que a cidade vem recebendo imigrantes de países que não possuem a cultura de imunização. Por isso, reforça o apelo. “O Norte do Brasil passa por um surto de sarampo, após 15 anos sem termos casos da doença. Além disso, estamos há duas décadas livre da pólio. Por que deixar a porta aberta agora?”, questiona.

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