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Terça-Feira, 25 de Setembro de 2018
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Bancários de Joinville e região decidem aderir à greve nacional da categoria

Em assembleia com 54 participantes, 24 decidiram pela paralisação. Na cidade há cerca de 1.300 trabalhadores no setor

Redação ND
Joinville
Carlos Júnior/ND
Principal reivindicação da categoria é reajuste de 12,8%. Bancos oferecem 7,8%

 

Bancários de Joinville e região vão entrar em greve a partir desta quarta-feira (28). Em assembléia realizada ontem à noite representantes dos trabalhadores decidiram aderir à paralisação nacional que começou nesta terça-feira. As principais reivindicações da categoria são reajuste salarial de 12,8%, melhora no plano de cargos e salários, e reajuste em benefícios como participação de lucros e resultados, vale-refeição. A proposta de reajuste da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) é 7,8%.

A rede bancária de Joinville tem cerca de 1.300 funcionários , dos quais 54 compareceram à assembleia. No início da reunião, a indecisão ainda predominava entre os presentes, e a adesão foi confirmada somente no final da votação. Com 24 votos contra 10, os participantes da assembléia optaram pela paralisação.

Em Santa Catarina, a greve dos bancários  conta com adesão de cerca de 70% de dos funcionários de instituições públicas e 50% dos das instituições privadas, segundo o presidente do SEEB (Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários) Grande Florianópolis, Cássio Ricardo Marques. Para  a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, 4.191 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados ficaram fechados ontem em 25 estados e no Distrito Federal.

“Nós acreditamos que só com a greve dos bancários vamos melhorar a proposta que estão nos oferecendo até agora”, defende José Ilton Belli, presidente do Sindicato dos Bancários de Joinville e Região.

A adesão em Joinville e região deve inicialmente se concentrar nas agências da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Para Belli, isto deverá funcionar como pontapé para influenciar outros trabalhadores. “Várias pessoas, como também outros municípios estão aguardando uma posição de Joinville”, explica.

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