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Arcebispo que acusa o papa de acobertar abusos nega vingança

Carlo Maria Viganò estava desaparecido desde que sua carta foi divulgada no domingo, afirmando que o papa sabia há anos de abusos cometidos pela igreja nos EUA e os acobertou

Folha de São Paulo
São Paulo (SP)
31/08/2018 às 08H26

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O arcebispo que desencadeou uma crise dentro da Igreja Católica ao fazer denúncias contra o papa Francisco e defender sua renúncia negou nesta quinta (30) que tenha agido por vingança e disse que sua intenção é mostrar que a corrupção chegou à cúpula da igreja Católica.

Carlo Maria Viganò estava desaparecido desde que sua carta foi divulgada no domingo (26), afirmando que o papa sabia há anos de abusos cometidos pela igreja nos EUA e os acobertou --Francisco se recusou a comentar as acusações.

Relatos de meios de comunicação italianos e americanos afirmaram que Viganò agiu após o papa ter impedido sua ascensão ao posto de cardeal, o que ele negou.

"Nunca tive sentimentos de vingança e rancor em todos esses anos", afirmou Viganò segundo o jornalista conservador Aldo Maria Valli, que publicou as declarações em seu blog.

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