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Após matar a ex-namorada, homem é espancado até a morte por populares em São Paulo

Além de matar a ex, ele ainda feriu uma amiga dela no momento em que as duas esperavam ônibus

Folha de São Paulo
São Paulo
08/11/2017 às 15H49

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O garçom José Francimildo de Araújo, 41, foi espancado até morte na noite desta terça (7) após assassinar a facadas a ex-namorada e ferir a amiga dela em um ponto de ônibus na região de Cangaíba, zona leste de São Paulo.

De acordo com testemunhas, o crime ocorreu por volta 18h40 quando a primeira vítima fatal, a estudante Elisabete Pinto de Oliveira, 33, esperava o transporte para a faculdade. Ela estava acompanhada da amiga Elenice Rosa de Souza, 43.

Elenice contou aos policiais que quando Araújo apareceu, Elisabete ficou visivelmente nervosa e tentou atravessar a rua, mas foi agarrada por ele, sendo arrastada de volta para o ponto. Araújo sacou, então, uma faca que carregava na cintura e passou a atacar a vítima na região do pescoço e peito.

A amiga tentou evitar a agressão, mas acabou ferida nos braços e perto do pescoço. Populares que passavam pelo local viram a cena, tomaram a faca de Araújo e passaram, então, a agredi-lo a pauladas e pedradas na região da cabeça. Quando o socorro chegou, tanto Araújo quando Elisabete estavam mortos.

Os populares ameaçaram os enfermeiros e obrigaram que socorressem a moça. Elenice também foi levada para o hospital, onde ficou em observação, mas não corre risco de vida. O pai de Elisabete, o motorista Carlos Francisco de Oliveira, 60, chegou ao ponto de ônibus, vindo do trabalho, no momento em que a filha estava sendo socorrida pela ambulância. Ele contou aos policiais que a estudante teve um relacionamento amoroso com Araújo, "vizinho de parede", por cerca de três anos. Havia cinco meses, porém, a moça terminou a namoro, mas o garçom aceitou e passou a persegui-la.

Em razão disso, Elisabete não mais saía de casa sozinha. A moça sentia-se ameaçada, mas não registrou boletim de ocorrência. No momento que a polícia chegou, todos os agressores de Araújo já tinham deixado o local. O homicídio dele está sendo investigado será investigado pelo DHPP (departamento de homicídios).

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