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Sem balançar as redes há três jogos, Figueirense estaciona na sexta posição da Série B

Para o técnico Milton Cruz, que era atacante, os centroavantes Henan e André Luís precisam ganhar confiança para voltar a marcar

Redação ND
Florianópolis
12/08/2018 às 21H26

Estacionado na sexta posição da Série B do Brasileiro, o Figueirense ficou no empate sem gols diante do Juventude, sábado (11), em Caxias do Sul (RS), e chegou à terceira partida seguida sem balançar as redes. O Figueirense marcou pela última vez no dia 24 de julho, quando Cleberson e Patrick anotaram os gols na vitória sobre o Vila Nova por 2 a 1, no estádio Orlando Scarpelli. Em compensação, o time também não sofre gols há duas partidas e está um ponto do G-4. A equipe do técnico Milton Cruz volta a campo somente na próxima sexta-feira (17), em Florianópolis, para enfrentar o Goiás. Para o treinador Alvinegro, o elenco ficou chateado com o empate em função das oportunidades criadas, mas destacou o ponto conquistado fora de casa que pode fazer a diferença no final da competição.

Juventude e Figueirense empataram sem gols em Caxias do Sul - Luca Erbes/Futura Press/Folhapress
Juventude e Figueirense empataram sem gols em Caxias do Sul - Luca Erbes/Futura Press/Folhapress

Na visão de Milton Cruz, o Juventude tentou marcar no abafa, mas foi o Figueirense quem teve as chances mais claras de gol. “Tivemos uma bola na trave com o Juninho, a chance desperdiçada pelo Henan e mais três contra-ataques. Buscamos a vitória desde o início e quando o Renan Mota saiu coloquei o Juninho. Ele sentiu e botei o Maikon Leite, porque se fosse para me defender teria colocado o Lucas Marques”, avalia o treinador.

A equipe de Caxias do Sul chegou ao gol aos 17 minutos do 1º tempo com Elias, mas a arbitragem assinalou impedimento. Sete minutos depois, Jorge Henrique serviu o atacante Henan, que perdeu uma oportunidade incrível. Na etapa final, Juninho arriscou de longe, a bola desviou na defesa gaúcha e lascou a trave.

Com o sexto ataque da competição com 26 gols, Milton Cruz não pensa em contratar mais atacantes. “Precisamos valorizar os nossos dois centroavantes, que já demonstraram qualidade. O Henan foi o nosso artilheiro em 2017 e o André Luís ajudou a equipe na Série B do ano passado e no Catarinense deste ano e, por isso, precisamos passar confiança para ambos. Eu jogava de atacante e sei como funciona. Tem fase que você erra o chute e a bola entra, outras que ela só bate na trave e quando fazemos tudo certo e ela teima em não entrar”, comenta o treinador. Das 20 partidas disputadas, o Figueirense não marcou em seis jogos.

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