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Sexta-Feira, 21 de Setembro de 2018
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Joinvilense vence ciclismo cross country no primeiro dia de Jasc

Ricardo Alexandre Pscheidt, 35 anos, levou a melhor entre 36 competidores

Redação ND
Joinville
Murilo Roso/Fesporte/Divulgação
Prova aconteceu no complexo esportivo da Unoesc, em Joaçaba

A prova de cross country marcou o início das disputas do ciclismo nos 55º Jogos Abertos de Santa Catarina na manhã desta quinta-feira (10) no complexo esportivo da Unoesc. Entre os 36 competidores, melhor para o atleta Ricardo Alexandre Pscheidt, de Joinville, que cruzou a linha de chegada em primeiro lugar, ficando com a medalha de ouro. Luiz Henrique Cocuzzi, de Itajaí, levou a medalha de prata e Robson Ferreira da Silva, de Concórdia, o bronze.

Na pista de Joaçaba, os ciclistas enfrentaram descidas e subidas escorregadias devido a lama, além de pedras, raízes de árvores e outros obstáculos. Foram oito voltas, totalizando um percurso de 20 quilômetros. O campeão Pscheidt, 35 anos, completou a prova em 1h34min44. Após alternar a liderança com o adversário de Itajaí, o joinvillense teve mais pernas no final e cruzou a linha de chegada em primeiro. Esse é o 9º título dele no cross country (2006-07-08-09-10-11-13-14-15).

“Foi uma prova difícil com terreno bastante pesado. Exigiu um esforço maior e pilotagem mais técnica, do jeito que eu gosto. Sem falar no nível altíssimo com atletas de ponta, o Cocuzzi atual campeão brasileiro sub 23 e o Frederico Mariano atual vice campeão brasileiro, por exemplo”, declarou o campeão, dedicando o título à esposa Josiane e aos filhos Maria Carolina, 14, e João Felipe, 8 anos.

Com a medalha de ouro de Pscheidt, o município de Joinville sai na frente da disputa pelo troféu do ciclismo. Porém ainda faltam cinco categorias: down hill, estrada, contra relógio individual, marathon e BMX. O atual campeão geral da modalidade é o município de Brusque.

Sonho de disputar as Olimpíadas de 2016

Atleta profissional de cross country há mais de 13 anos, Pscheidt ainda sonha em disputar as Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016. “A chance é remota, mas existe. O Brasil tem uma vaga olímpica e está pleiteando a segunda. Eu sou o terceiro do ranking nacional. Preciso ir bem nas competições do início e melhorar minha posição no ranking”, explicou o atleta.

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