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Quinta-Feira, 13 de Dezembro de 2018
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JEC 40 anos: o orgulho de torcer para o único time octacampeão em Santa Catarina

Acompanhe mais uma reportagem da série JEC 40 anos

Renan Dias Silveira
Joinville

Orgulho é o que João Carlos Giovanaz, o Maringá, mais sente quando fala da história do Joinville Esporte Clube. Se cada ano dos 40 que JEC comemora em 2016 fosse uma página de um livro, certamente muitos capítulos iam contar com o nome do ex-jogador e mais precisamente sobre o inédito e até hoje inatingível Octacampeonato Catarinense.

A hegemonia do estadual começou cedo na vida do Tricolor, que no seu primeiro ano, em 1976, venceu o Catarinense. Em 77, mesmo com o Coelho ganhando os dois turnos, a Chapecoense faturou a competição. Depois disso, só JEC novamente: 78, 79, 80, 81, 82, 83, 84 e... 85, o ano do Octa.

Arquivo pessoal/ND
Esquadrão de 1985 entra em campo para conquistar o octacampeonato

 

No dia 11 de dezembro de 1985, a equipe comandada pelo técnico João Francisco entrava em campo para marcar seu nome na história do clube. Em jogo equilibrado contra o rival Avaí, um chute de fora da área do meia Maringá começou a cravar o nome do clube na história do Estado, principalmente porque o time da Capital jogava pelo empate. “Me orgulho (sic) muito de ter participado desta conquista e por ser premiado por um gol maravilhoso no início do jogo, um gol que deu início àquela conquista”, relembra João Carlos Maringá.

No segundo tempo, Paulo Egidio fez 2 a 0 para euforia do torcedor joinvilense, que “invadiu” Itajaí. A poucos dias da decisão, uma punição imposta pelo TJD-SC (Tribunal de Justiça Desportiva de Santa Catarina) determinou que o JEC não poderia atuar diante do seu torcedor, no Ernestão, por uma invasão de campo contra o Inter de Lages.

Nada, porém, tirou o brilho da festa do Tricolor, que em dezembro de 2015 comemorou 30 anos deste título. “A conquista do octa foi um marco não só na minha vida, mas na vida de Joinville, do clube. O torcedor de Joinville, mesmo os mais jovens, devem ter ouvido falar muito deste time de 1985, que foi um dos grandes que o JEC teve na sua história”, descreve Maringá, referindo-se a Walter; Alfinete, Leandro, Léo e Jacenir; Ricardo, Nardela e João Carlos Maringá; Geraldo Pereira, Wagner e Paulo Egídio.

Craque do passado, dirigente no presente

Nem só os gols e as participações em campo de João Carlos Maringá deixam seu nome na trajetória dos 40 anos do clube do Norte do Estado. Contratado em agosto de 2015, o paranaense, de Pato Branco, é o superintendente de futebol do JEC.

Germano Rorato/Arquivo/ND
Maringá, agora dirigente, no lançamento do álbum do JEC

 

Aos 52 anos, Maringá tem o desafio de recuperar a autoestima do torcedor joinvilense, abalada pelo rebaixamento de 2015. “Também estou feliz por voltar a fazer parte da história do Joinville, agora como dirigente. Espero que em 2016 tenhamos um ano bem melhor que o de 2015 e que a gente possa reconquistar a vaga na Série A. Uma vaga que o torcedor de Joinville merece por tudo que faz pelo clube”, projeta o ex-jogador, agora dirigente do clube em que fez história.

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