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Segunda-Feira, 19 de Novembro de 2018
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A sociedade da Grande Florianópolis, os eventos culturais e as tradições da região analisadas pelo experiente jornalista Marcos Cardoso.

  • Caridade com o chapéu alheio: prática comum entre alpinistas sociais

    Caridade com chapéu alheio se vê em qualquer lugar do mundo, mas na região da Capital a prática chega a alçar figuras proeminentes da sociedade – ou pretensas a um status elevado – à condição de personagens folclóricas de cidade pequena. Em nome de quem precisa, fazem um barulho danado, mobilizam a comunidade, conseguem tudo, aparecem na foto, mas não abrem a carteira – dizem que alguns só para entradas, nunca saídas.

  • A banalização dos crimes com morte chegou à Grande Florianópolis

    Não faz tanto tempo, um crime com morte na Grande Florianópolis escandalizava qualquer um, mesmo os que não moravam na região. O assunto rendia dias na imprensa e nas rodas de conversa. Era tão inusitado que facilitava identificar o assassino, em geral movido por razão passional, mental ou financeira. Hoje mata-se pelo motivo mais banal, e a pior constatação é que estamos nos acostumando com o horror. Que momento triste.

  • Uber é boa opção de transporte enquanto motoristas não se contaminarem pelas más práticas

    A Uber chegou como uma lufada de modernidade e promessa de serviço bom, barato e honesto. Mas, como sempre tem alguém disposto a estragar o que vai bem, o último zunzum na Grande Florianópolis é que motoristas estariam desligando momentaneamente o aplicativo para que a quantidade de carros disponíveis caia e, assim, o valor da tarifa suba para a categoria dinâmica, passando às vezes do dobro do preço normal. Dizem que domingo é o dia preferido.

  • Proprietários que moram fora da cidade reparam imóveis no litoral para alugar no verão

    Paulistas, gaúchos, paranaenses e catarinenses de outras regiões que possuem imóveis no litoral da Grande Florianópolis desembarcaram por aqui nas últimas semanas, mas não para curtir os feriadões de novembro. Vieram fazer reparos em casas e apartamentos vazios no ano inteiro para tentar faturar na temporada de verão, que tem seu pico no Réveillon e no Carnaval. O negócio é fazer render e deixar a praia com a família para março, quando o calor já é mais ameno, o trânsito e os preços de tudo voltam a se normalizar.