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Quarta-Feira, 23 de Janeiro de 2019
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A sociedade da Grande Florianópolis, os eventos culturais e as tradições da região analisadas pelo experiente jornalista Marcos Cardoso.

  • Iniciada a coleta de assinaturas para tornar o samba de gafieira patrimônio cultural

    Começou no dia 16 de janeiro no endereço sites.google.com/view/sambadegafieira a coleta virtual de assinaturas para o projeto que candidata o samba de gafieira a Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil e, posteriormente, da Humanidade. O documento será apresentado ao Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional ) e, caso seja chancelado, encaminhado à Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). A inciativa, contada em primeira mão aqui na coluna no ano passado, é do dançarino carioca Carlinhos de Jesus e do professor de dança e pesquisador Alexandre Melo, de Florianópolis.

    samba de gafieira - DIVULGAÇÃO/ND
    FOTO: DIVULGAÇÃO/ND



  • Berbigão do Boca homenageia Túlio Carpes na abertura do Carnaval de Florianópolis 2019

    Túlio Carpes será o 40° boneco gigante do Berbigão do Boca. A diretoria do evento que reúne carnavalescos em geral e abre a folia na Ilha optou por incluir neste ano somente um personagem, cuja figura também será confeccionada pelo artista Alan Cardozo. Carpes, morto em 2017 aos 75 anos, foi um dos criadores da banda Mexe-Mexe, apadrinhada pelo colunista Celso Pamplona, e na festa de Momo vestia biquíni para se deitar sobre a toalha estendida em frente ao Museu Cruz e Sousa. Arrombava!

    Túlio Carpes - DIVULGAÇÃO/ND
    Túlio Carpes - DIVULGAÇÃO/ND



    Carlos Damião e Túlio Carpes - DIVULGAÇÃO/ND
    Jornalista Carlos Damião (à esq.) e Túlio Carpes em uma festa na praia do Sambaqui, em 1989 - DIVULGAÇÃO/ND



    Realização do Berbigão do Boca, que há 25 anos abre o Carnaval de Florianópolis, está ameaçada - Marco Santiago/ND
    Berbigão do Boca - MARCO SANTIAGO/ND



  • Retrô: Gisella Amaral e Alice Carta prestigiam a abertura do Dia Rosa na Capital em 2010

    Gisella Amaral, a socialite que não gostava de ser chamada assim, mas de empresária social, foi vencida pelo câncer neste 15 de janeiro. Mulher de Ricardo Amaral, ex-“rei da noite” carioca, fazia parte do time de mulheres que eram referência da elegância nacional, como a amiga Carmen Mayrink Veiga. Em 30 de setembro de 2010, Gisella e Alice Carta vieram se unir a Ana Paula Bornhausen na abertura do evento Dia Rosa, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Respectivamente, eram as madrinhas da campanha de incentivo à mamografia no Rio de Janeiro, Brasil e Florianópolis. Na ocasião, Mirela Janotti proferiu a palestra “Força na Peruca!”.

    Ana Paula Bornhausen, Alice Carta, Mirela Janotti e Gisella Amaral - DIVULGAÇÃO/ND
    Da esq. para dir.: Ana Paula Bornhausen, Alice Carta, Mirela Janotti e Gisella Amaral - DIVULGAÇÃO/ND



  • Quinze anos sem os jornalistas Miro Silva e Aldírio Simões

    Neste mês completam 15 anos as mortes dos jornalistas Miro Silva e Aldírio Simões. O primeiro dia 19 e o segundo dia 22. Figuras muito queridas da Ilha, eram personificações autênticas do jeito de ser do manezinho, cada um ao seu estilo. A cidade ainda estava abalada com a perda de Miro (à esq.) quando, em seguida, recebeu a notícia da partida de Aldírio. Consternação geral.

    Naquela tarde de 22 de janeiro, a Fundação Franklin Cascaes, que teve Simões como superintendente de 1989 a 1992, realizava um concurso de boi de mamão no Largo da Catedral. Após um minuto de silêncio, os brincantes dançaram como nunca para mais de mil turistas e moradores. Enquanto isso, a Câmara Municipal que funcionava no antigo casarão rosado do outro lado da praça 15 era preparada para o velório de Aldírio. Foi um verão muito quente e triste para a população de Florianópolis.

    Miro Silva e Aldírio Simões - MARCO CEZAR E ARQUIVO ND
    Miro Silva (foto: Marco Cezar) e Aldírio Simões (foto: arquivo ND)



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