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O dia-a-dia de Joinville e região contado por Luiz Veríssimo.

Prefeito diz que, se houver uma revolução e lhe derem uma arma, será o primeiro da fila

O segundo prefeito mais rico eleito no Brasil em 2016, Antidio Lunelli, de Jaraguá do Sul, criticou a situação do país

Luiz Veríssimo
26/07/2018 17h45

Conhecido pela franqueza e frases ácidas  em seus discursos, principalmente na última campanha eleitoral, o prefeito de Jaraguá do Sul, Antidio Lunelli (PMDB) confirmou a regra recentemente, pronunciamento na inauguração da estação de tratamento da Samae.  Apontado como o segundo prefeito eleito mais rico do Brasil em 2016, com patrimônio superior a R$ 280 milhões, Lunelli levou seu discurso por escrito e depois de uma breve introdução,  colocou o papel no bolso do paletó e prosseguiu falando de  improviso.

- Nós, como agricultores, empregados e empresários, não podemos aceitar e concordar com a situação que chegou o nosso país. Eu sou um camarada que, se tiver amanhã uma revolução e me der (sic) uma arma na minha mão eu sou o primeiro da fila porque sou patriota e porque amo meu país e Jaraguá do Sul.

Antidio Lunelli é fundador e atual presidente do conselho do Grupo Lunelli, um complexo industrial que reúne 16 fábricas do ramo têxtil. A maioria é na região de Jaraguá do Sul, mas também conta com plantas no Ceará, interior de São Paulo e uma no Paraguai. Segundo o site do grupo, são mais de quatro mil funcionários. A presidência do grupo está com Dênis Lunelli, 40 anos, irmão e sócio de Antidio. O prefeito de Jaraguá do Sul também é dono de uma emissora de rádio (FM) de Guaramirim, onde está a sede do grupo.

  

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