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Quarta-Feira, 19 de Setembro de 2018
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O dia-a-dia de Joinville e região contado por Luiz Veríssimo.

"A eleição para governador passa por Joinville", afirma Udo Döhler

O prefeito de Joinville não descarta e nem confirma a possibilidade de concorrer a governador

Luiz Veríssimo

Udo Döhler não descarta a possibilidade de uma eventual candidatura ao governo do Estado, mas também não confirma. Seu “discurso” mudou da última vez que conversamos sobre o assunto. Agora ele enfatiza que a eleição de 2018 “passa por Joinville”, o maior colégio eleitoral do Estado e principal pólo econômico. “Dentro de aproximadamente dois meses poderá haver definições”, disse o prefeito de Joinville durante entrevista à coluna nesta quinta-feira.

O fato de reiterar que foi “eleito para cumprir seu mandato” já é sintomático. Uma conclusão da conversa: Döhler não vai deixar o PMDB. Ele faz até projeções sobre as eleições proporcionais de 2018: “Joinville deve eleger dois deputados estaduais do PMDB. Um com certeza” garante. Sobre a disputa à Câmara Federal, ele também aposta que seu partido vai eleger o candidato. “Ainda não temos um nome, mas ele terá meu apoio”. Dentro do partido ele defende dois candidatos a deputado estadual.

Aquecimento da economia

Em maio, a diretoria da Döhler chagou a analisar uma redução de sua capacidade produtiva de 5 a 7%, mas a decisão foi “postergada” e acabou sendo um grande acerto. “Em setembro, nosso faturamento foi o maior dos últimos quatro anos. Para 2018 as férias serão encurtadas devido ao aquecimento da economia”, projeta o acionista da Döhler.

Santa Catarina e Acre

A decisão de transferir todos os processos de licenciamentos à Fatma (Fundação Estadual do Meio Ambiente) foi justificada pelo prefeito de Joinville. Mais de 90% do tempo da Secretaria Municipal do Meio Ambiente era tomado pela análise das licenças ambientais. A gestão ambiental ficava em segundo plano, segundo ele. “Apenas Santa Catarina e Acre não têm secretarias de meio ambiente”, lembrou Döhler.

Reforma administrativa

Antes da reforma administrativa, confirmada para janeiro, já está acertada outra mudança no primeiro escalão em janeiro. A ex-secretária de saúde, Franciele Schultz, vai substituir a professora universitária Rosane Bonessi na Secretaria de Gestão de Pessoas. Rosane já pediu para sair no meio do ano, mas o prefeito pediu para permanecer até o final do ano.

 

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