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Sábado, 22 de Setembro de 2018
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Mudanças no JEC

Juca Miguel

É fato que o JEC precisa mudar a forma de jogar. Perder para as equipes que perdeu é normal, mas não da forma como as derrotas estão acontecendo. Nos três jogos, o JEC teve apenas três finalizações ao gol e nesse quesito tem o pior aproveitamento do Brasileirão. O meio campo com Marcelo Costa e Marcelinho Paraíba jogando assim não dá certo. Marcelo Costa, e isso já digo há mais de um ano nesse espaço, é um camisa 8 que veste a 10. Na Série B e no Catarinense isso passa despercebido, mas numa Série A o meio campo é o pulmão de um time. Nem ele, nem Paraíba viram a cor da bola contra o São Paulo. Tiago Luis, que está à disposição para o confronto de sábado, surge como boa opção.

O que muda?

A característica e agressividade. Alguém tem de encostar junto aos homens de frente porque senão o atacante “morre de fome”. Augusto César fez mais do que Paraíba e Marcelo Costa em vinte e poucos minutos de jogo. Claro que o fato de os laterais pouco subirem reduz muito o poderio ofensivo da equipe, mas também não justifica a apatia do meio campo.

Laterais

Sueliton é titular nessa equipe. Deixando a desejar ou não na marcação, ao menos dá resultado lá na frente. E se isso não é justificativa para mudança, aí, amigo, complica. É para isso que têm volantes, para cobrir as subidas dos laterais. O problema é que nem o da direita nem o da esquerda apoiam. Aí fica complicado.

Héracles

Na esquerda, mudanças também precisam ocorrer. Rogério pouco produziu ofensivamente e conseguiu levar uma bola nas costas no terceiro gol do São Paulo. Não tem a mesma desenvoltura do ano passado e Héracles, que foi muito bem na estreia contra o Ituano, merece uma oportunidade.

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