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Sexta-Feira, 16 de Novembro de 2018
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Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994, e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.

  • Bolsonaro terá governo civil composto por militares

    O Governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) terá um perfil diferente dos eleitos democraticamente nas últimas décadas, assim como ele. Será um Governo civil composto por militares. Haverá oficiais de alta patente, da ativa e da reserva, em todos, todos os ministérios – sejam ministros ou integrantes de cargos do segundo escalão. Não diferente no Congresso. O filho Flávio, senador eleito pelo Rio de Janeiro, terá como chefe de gabinete em Brasília o atual na Alerj, coronel da FAB Braga Grilo.

    Pacotão social

    As Secretarias dos Direitos Humanos, das Mulheres, da Igualdade Racial e da Juventude serão fundidas numa pasta.

    3 em 1

    Vem aí o Ministério da Educação, Cultura e Esporte.

    Na moita

    Quem anda quieto mas chega forte em 2019 é Pr. Everaldo, ‘dono’ do PSC. Elegeu os governadores do Amazonas e Rio de Janeiro. E fez boa bancada no Congresso.

    Batalha..

    Começou uma discreta batalha entre eleitos para o Senado para medição de forças nas[...]

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  • Abin e GSI ocuparam CCBB para organizar transição de Bolsonaro

    Há um mês todo um andar do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, onde funcionou a Secretaria Extraordinária de Grandes Eventos, foi ocupada por agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Gabinete de Secretaria Institucional (GSI) para a transição do Governo, e já se falava em Jair Bolsonaro como novo presidente. O trabalho sigiloso e de inteligência vinha acompanhando o candidato desde então. Assim como na Polícia Federal, que faz a escolta do agora presidente eleito, há informações de que ele corre risco de vida.

    Detectores

    Mais de 50 militares da Força Nacional de Segurança foram destacados para reforçar a proteção do CCBB durante a transição entre o atual governo Temer e o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Também foram instalados detectores de metais em todas as entradas do prédio e dos gabinetes.

    O líder

    O deputado Arthur Lira (AL), líder do PP, é o nome de Jair Bolsonaro para presidir a Câmara Federal.[...]

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  • Os fatores que levaram Bolsonaro à vitória nas urnas

    Jair Bolsonaro foi eleito, em suma, com campanha pela internet e com menos de R$ 3 milhões. Três fatores traduzem a vitória do capitão reformado do Exército como marco histórico na política brasileira. Deputado do chamado “baixo clero”, pavimentou sua campanha vitoriosa nas redes sociais e, a despeito de denúncias, capitaneou milhares de militantes voluntários. Fez uma campanha enxuta, se comparada com as dos concorrentes, e liderou a arrecadação por meio do financiamento coletivo, chamado de “vaquinha”. Vítima de uma facada ainda no primeiro turno, quando tinha apenas 8 segundos de tempo de TV, Bolsonaro teve impulsionada sua exposição. O atentado também serviu de argumento para o candidato reforçar a defesa de duras medida para combater a insegurança.

    Refluxo

    Apesar da vitória, o refluxo da onda bolsonarista no segundo turno foi analisado nos últimos dias pelo próprio presidente eleito e coordenadores da campanha após a vitória nas urnas.[...]

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  • Segundo turno terá mais tropas nas ruas

    O acirramento da disputa presidencial deste ano provocou aumento significativo de cidades que terão reforço das Forças Armadas no segundo turno das eleições. Em 2014, as tropas federais atuaram em 230 localidades. No domingo, 28, serão 356 cidades resguardadas pelos militares. Os pedidos dos Tribunais Regionais Eleitorais foram aprovados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As tropas federais foram acionadas para garantir a normalidade da votação e do andamento da apuração dos resultados nos estados do Acre, Amazonas, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins.

    1.º turno

    No primeiro turno, as forças federais atuaram em 513 cidades. Na mesma etapa do pleito de 2014, os militares reforçaram a segurança em 280 localidades.

    Ribeirinhos

    De acordo com o Ministério da Defesa, 27 mil militares foram colocados à disposição dos TREs. Além da segurança, as tropas vão auxiliar no[...]

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