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Terça-Feira, 25 de Setembro de 2018
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Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994, e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.

  • Brasil tomou calote bilionário em empréstimos para o exterior

    Nos últimos quatro meses, o Brasil contabilizou calote de mais de R$ 1 bilhão em parcelas de empréstimos concedidos pelo BNDES para Venezuela, Cuba e Moçambique. Ao criticar o calote e “irresponsabilidade” dos governos do PT na concessão dos empréstimos, o deputado Fábio Souza (PSDB-GO) afirma que, se o dinheiro tivesse ficado no Brasil e investido em empreendedorismo, “a crise econômica que enfrentamos, que foi a maior de todos os tempos, teria sido amenizada”. O tucano é autor do projeto (7375/17) que proíbe o BNDES de conceder empréstimos para bancar empreendimentos no exterior.

    Carteira assinada?

    Lembra do ministro do Trabalho, Helton Yomura, ligado ao PTB e afastado pela PF do cargo? Ganhou um afago do Comitê de Ética da Presidência. Poderá trabalhar na praça.

    Na reserva

    Já o general da reserva Franklinberg de Freitas, que fez boa e honesta gestão à frente da Funai, terá de cumprir quarentena antes de ingressar no[...]

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  • Pesquisas do PSDB também indicam baixa de Alckmin

    Assim como nas pesquisas oficiais, registradas no Tribunal Superior Eleitoral, o candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, está com as asas podadas também em sondagens realizadas diariamente pelo PSDB, os chamados tracking. O partido tem realizado, em média, 2 mil entrevistas por dia. Recente tracking – à qual Coluna teve acesso – mostra Jair Bolsonaro (PSL) com 30% das intenções de voto, seguido por Fernando Haddad (PT), 17%; Ciro Gomes (PDT), 13%; Alckmin, 10%; e Marina Silva (Rede), com 6%.

    Revoada

    Grão-tucanos atribuem o revés de Alckmin à falta de empenho de líderes das legendas do Centrão que, como citamos, já esboçam apoio a Bolsonaro ou Haddad.

    Voltando

    Jair Bolsonaro avisou à família que vai a todos os debates de TV de um eventual 2º turno. Pretende aparecer bem disposto na TV e nas ruas, para mostrar saúde perfeita.

    Não quero!

    Preso numa salinha da Sede da Polícia Federal em Curitiba, o ex-presidente Lula diz aos visitantes que[...]

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  • Haddad cresce em segmentos desdenhados por adversários

    Não se limita à transferência espontânea de votos de Lula da Silva para Fernando Haddad o súbito crescimento do petista nas pesquisas para presidente. A agenda de campanha diferenciada, pautada por Lula, ajuda muito. São segmentos e setores onde os adversários ainda não mostraram as caras para valer. Duas delas explicam. Manuela D’ávila, a vice de Haddad, soltou vídeo de apoio às demandas LGBT e questões de direitos humanos. Haddad conversou com pescadores em Itajaí. Santa Catarina é o maior estado pesqueiro do Brasil, e um discurso via rádio alcança os pesqueiros em boa parte da costa do País. Atinge o público de Lula, que precisa apresentar Haddad.

    Então..

    .. não é só o poder de Lula, direto da cadeia. É que nenhum presidenciável falou ainda diretamente a estes grupos que trazem votos. Além da transferência de votos, claro.

    Nas ondas

    O efeito do rádio é imediato nas classes B e C – o eleitor de Lula e do PT, e agora de Haddad. Lula sabe[...]

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  • Centão pode debandar para Haddad

    Diante do pífio e irreversível desempenho do candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, partidos do chamado “Centrão”, seus aliados, começam a prospectar apoio aos concorrentes do eventual segundo turno das eleições. Ao selar a aliança com DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade, em julho, o tucano apostou todas as fichas na alavancagem nas pesquisas. A estratégia não deu certo. Alckmin estacionou no patamar dos 6%. Hoje, a aposta de caciques das legendas do Centrão é de um segundo turno com discuta “acirrada” entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

    Vitaminado

    Com exceção do DEM, os demais partidos estão mais propensos as apoiar o pupilo-poste do ex-presidente Lula, que manda na campanha direto da cadeia.

    Fisiologia

    Mas o Centrão com o PT pode causar efeito contra Haddad – que ocorreu com Alckmin: o eleitor identifica os partidos com o esquemão que reinou nos últimos governos.

    Cadê ele?

    O PSDB escondeu FHC na campanha de Alckmin.[...]

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