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Quarta-Feira, 19 de Setembro de 2018
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Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994, e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.

  • Centão pode debandar para Haddad

    Diante do pífio e irreversível desempenho do candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, partidos do chamado “Centrão”, seus aliados, começam a prospectar apoio aos concorrentes do eventual segundo turno das eleições. Ao selar a aliança com DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade, em julho, o tucano apostou todas as fichas na alavancagem nas pesquisas. A estratégia não deu certo. Alckmin estacionou no patamar dos 6%. Hoje, a aposta de caciques das legendas do Centrão é de um segundo turno com discuta “acirrada” entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

    Vitaminado

    Com exceção do DEM, os demais partidos estão mais propensos as apoiar o pupilo-poste do ex-presidente Lula, que manda na campanha direto da cadeia.

    Fisiologia

    Mas o Centrão com o PT pode causar efeito contra Haddad – que ocorreu com Alckmin: o eleitor identifica os partidos com o esquemão que reinou nos últimos governos.

    Cadê ele?

    O PSDB escondeu FHC na campanha de Alckmin.[...]

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  • Com General no STF, Toffoli reforça segurança contra arapongas

    Engana-se quem esquadrinha a ida do general Fernando Azevedo para o gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, como um aceno às Forças Armadas ou amparo a eventual decisão polêmica. Toffoli sabe onde pisa. Literalmente – e um caso recente justifica o emprego do militar. O ministro teme grampos, escutas e arapongas disfarçados de visitantes na Corte. Até hoje a Secretaria de Segurança do STF e a Polícia Federal não descobriram quem instalou uma escuta ambiental na caixa de cabos de energia, debaixo da mesa do gabinete do ministro Luís Barroso, descoberta já inativa, como revelou a Coluna há dois anos.

    Alvo potencial

    Há forte suspeita de que o alvo foi o ministro recém-aposentado Joaquim Barbosa, relator do Mensalão do PT, e ocupante antecessor do gabinete de Barroso.

    Sem pressa

    Não foi por acaso que Dias Toffoli cantou Legião Urbana com ênfase ao trecho “temos nosso próprio tempo” na festa de sua posse.

    UTI[...]

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  • Parlamentares tentam derrubar MP de reajuste de servidores da administração

    Deputados e senadores apresentaram, até o momento, 123 emendas para tentar derrubar a Medida Provisória (MP 849/18) que adia para 2020 o reajuste de servidores da administração federal. Entre as carreiras afetadas pela MP, estão as de diplomata e oficial de chancelaria, cargos da Receita, de auditor-fiscal do Trabalho e outros. Os parlamentares e servidores pressionam o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), para que ele devolva a Medida Provisória ao Planalto.

    Amém!

    Pastores de ‘igrejas’ neopentecostais espalham vídeo acusando o Governador do DF, Rollemberg, de derrubar novos templos. Só não dizem que são em áreas de invasão e sem licença do GDF.

    Fake e fato

    Empresários e políticos devem distinguir o que é fake news do que é notícia com fatos os quais os atingem. Têm usado o bordão fake para se defenderem. É bem diferente.

    Má educação

    Um dos motivos dos altos índices de reprovação e do fracasso da educação brasileira é a queda[...]

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  • Cármen Lúcia deixa o STF sem rever 'extravagâncias' da magistratura

    A ministra Cármen Lúcia deixa a presidência do Supremo Tribunal Federal sem cumprir a promessa alardeada quando tomou posse do cargo há dois anos. Prometera rever as “extravagâncias” da magistratura como o auxílio-moradia. Não o fez. A legalidade do pagamento do benefício chegou a ser discutida durante a gestão de Cármen Lúcia, mas foi retirada de pauta em março e se arrasta na Câmara de Conciliação da Advocacia-Geral da União. Estudo da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara Federal mostrou que, até agosto, a despesa com auxílio-moradia atingiu quase R$ 1 bilhão – foram R$ 973,5 milhões.

    Manobra

    Mas numa manobra ‘tabajara’, em acordo com o Planalto, o STF topou acabar com o auxílio-moradia dos magistrados em troca do reajuste do salário para 2019.

    Heróis do presidente

    Agora, vai! Decreto 9.502 do presidente Temer criou a Medalha da Segurança Presidencial, honraria para civis, policiais e militares – poderão[...]

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