Publicidade
Terça-Feira, 13 de Novembro de 2018
Descrição do tempo
  • 27º C
  • 22º C

Gesoni Pawlick: a carreira dedicada às roupas de gala e vestidos de noiva

Estilista com mais de 30 anos de carreira morreu na noite desta terça-feira

Karin Barros
Florianópolis
10/05/2017 às 15H34

Gesso, como era conhecido o estilista catarinense Gesoni Pawlick, que morreu na noite desta terça-feira (9), em Florianópolis, deixou um legado de tradição na alta costura. As causas da morte não foram informadas, mas o estilista sofria de câncer há alguns anos e passou por uma cirurgia delicada no dia 5 de maio. Pelas redes sociais, a família pedia orações ao mestre da alta costura de Santa Catarina, natural Anitápolis, e também pela internet, fez o anúncio de sua partida. 

Gesoni Pawlick tinha seleta carteira de clientes exigentes - Atieri Zatoni/Divulgação/ND
Gesoni Pawlick tinha seleta carteira de clientes exigentes - Atieri Zatoni/Divulgação/ND


Com ateliê luxuoso no bairro Campinas, em São José, Gesoni começou a carreira fazendo os figurinos de teatros infantis da cidade há 30 anos. Com o tempo, ele ficou conhecido por vestir famílias tradicionais da Grande Florianópolis, principalmente noivas. Mariah Rila da Silva Góss, 26, que se casou no ano passado, fez o vestido do aniversário de 15 anos e do casamento com o estilista catarinense, e assim como a maioria das pessoas que o conheciam, ressaltou a sua elegância e carinho no tratamento com os clientes. 

Gesoni também ficou conhecido por vestir rainhas de clube, misses e participantes de eventos de gala famosos na cidade. Ele conquistou clientes fora do país, com destaque para a França, Itália e Estados Unidos. A colunista do Jornal Notícias do Dia, Luiza Gutierrez, ressalta que ele sempre foi um homem digno de destaque social e seus trajes sempre chamaram atenção. “Ele não era uma pessoa comum. Teve programa de televisão sobre moda, participou de diversas feiras nacionais recentemente. Uma trajetória brilhante”, destaca Luiza. 

A filha Luhana Pawlik desde pequena acompanha o pai no atelier no Campinas, e pelas redes sociais, após um depoimento onde lamenta a morte do pai, salientou que continuará o trabalho que seu Gesoni começou, e que já fazia parte da equipe. 

O velório do estilista aconteceu na manhã de quarta (10) no Cemitério do Itacorubi, e a cerimônia de cremação foi feita no Crematório Vaticano, em Balneário Camboriú. Gesoni deixa a mulher, Marley, e os filhos Luhana, Polyhana e Gesoni.

Publicidade

0 Comentários

Publicidade
Publicidade