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Facebook Watch: Rede social aposta em vídeo e entretenimento

Há um ano no mercado americano, o Watch é uma seção do Facebook dedicada exclusivamente a vídeos, sejam de canais de TV, de influenciadores ou de marcas que tenham uma página na rede social

Folha de São Paulo
São Paulo (SP)
29/08/2018 às 23H08

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Facebook aposta no mercado de entretenimento e streaming ao anunciar o Facebook Watch, recurso que está disponível para todos os países da rede social desde quarta-feira (30).

MBL afirma que muitas das contas removidas tinham dados biográficos - MARCELLO CASAL JR/Agência Brasil
MBL afirma que muitas das contas removidas tinham dados biográficos - MARCELLO CASAL JR/Agência Brasil

Há um ano no mercado americano, o Watch é uma seção do Facebook dedicada exclusivamente a vídeos, sejam de canais de TV, de influenciadores ou de marcas que tenham uma página na rede social.

O objetivo do recurso é oferecer ao usuário um espaço com vídeos de seu interesse e sugestões baseadas nos conteúdos que interage, incluindo os que são populares entre seus amigos.

A quem produz conteúdo, o Watch oferece métricas e técnicas para reter mais pessoas em transmissões, o que possibilita novas formas de receita.

A quem consome, a divisão permite a descoberta de novos vídeos sobre entretenimento, esportes e notícias.

A estratégia do Facebook é criar um ambiente para que pessoas também assistam a transmissões ao vivo e interajam em torno dela. "Durante cinco anos, vimos o vídeo explodir na plataforma, com as lives [vídeos ao vivo]", diz Mauro Bedaque, líder de parcerias de entretenimento para a América Latina.

O tempo total gasto assistindo a vídeos aumentou 14 vezes desde o início de 2018 no Watch dos EUA.

Além de contar com públicos segmentados de influenciadores digitais e pequenos provedores de conteúdo, as empresas de streaming -como Amazon, Hulu e YouTube- querem uma fatia dos direitos de transmissão de grandes eventos esportivos, antes dominados pela TV a cabo e direcionados apenas às classes A e B.

O Facebook já demonstrou a mesma intenção. Em 2017, a companhia de Mark Zuckerberg topou investir US$ 600 milhões pelos direitos de um torneio de críquete na Índia, embora tenha perdido a corrida para a 21st Century Fox. Este ano, comprou os direitos do campeonato de futebol espanhol La Liga para transmitir de graça a usuários de alguns países da Ásia.

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