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Terça-Feira, 25 de Setembro de 2018
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Estreia nesta quarta-feira a nova minissérie da Record, José do Egito

Adaptação da passagem bíblica é uma superprodução, com investimento de R$ 23 milhões

Dariene Pasternak
Florianópolis
José Posadas/Record Divulgação/ND
Angelo Paes Leme vive José na fase adulta

 

Estreia nesta quarta-feira, às 21h45 a nova minissérie da Record “José do Egito”. A saga, baseada em uma passagem bíblica, tem texto adaptado por Vivian de Oliveira e tem direção geral de Alexandre Avancini. A superprodução, a quarta aposta da Record em temas bíblicos, tem números superlativos: investimento de R$ 23 milhões, com 26 cenários, duas cidades cenográficas, mais de 4.000 figurinos e câmeras full frames, de alta definição, que trarão à qualidade do cinema para à TV. A série será exibida em 28 capítulos.

A história de José conta a saga de um homem de Deus, íntegro e indulgente, que após ser vendido como escravo pelos irmãos é levado para o Egito, onde é injustiçado, caluniado, preso e humilhado. Mas tudo o que José toca prospera porque Deus lhe deu o dom de interpretar sonhos. E é assim, prevendo fartura e fome para o Egito, através dos sonhos que atormentam o Faraó, que José se transforma no governador de toda aquela nação. Mais tarde, quando o mundo não tem o que comer, é José quem alimenta os irmãos que tanto o odiaram no passado. A vida de José é um exemplo de pureza, paciência, amor e perdão.

Por volta de 1716 a.C., em Harã, região da Mesopotâmia, nasce José, fruto de um milagre. É filho de Raquel (Mylla Christie), uma mulher estéril e a esposa mais amada de Jacó (Celso Frateschi), que já está na velhice quando o filho é gerado. José logo se torna o filho favorito.

À medida que o tempo passa, José (Ricky Tavares/ Angelo Paes Leme) se mostra cada vez mais diferente dos outros. Jacó também deixa transparecer sua nítida preferência pelo filho caçula. Todos os outros descendentes são filhos das outras mulheres de Jacó e cultivam inveja e ódio pelo filho favorito, por isso passam a desprezá-lo. Raquel defende José como pode e Jacó sempre lhe dá razão. O jovem hebreu tem bom coração e faz de tudo para conquistar a amizade dos irmãos, mas a sua inteligência, seu comportamento de quem sabe que é o predileto, e a forma como seu trabalho prospera mais do que o dos outros provocam ainda mais a ira de seus irmãos.

Após a morte de Raquel durante o parto de seu segundo filho Benjamin, a situação piora. José recebe uma túnica ornamentada de Jacó, simbolizando que ele foi escolhido como seu sucessor. Ele é separado dos trabalhos pesados e passa a ficar mais tempo em casa, tendo a oportunidade de aprender a ler e a escrever em hebraico com o seu pai e a estudar Matemática, privilégios que só um filho primogênito teria.

Inconformados com a decisão do pai e tomados de inveja, os irmãos, incitados por Simeon (Caio Junqueira), decidem dar uma lição em José, atirando-o em um poço fundo e sem saída. Ruben (Guilherme Winter) não concorda em derramar o sangue de José, afinal, teme que Deus lhes cobre pelo crime. Judá (Vitor Hugo)concorda e consegue convencer a todos que a melhor alternativa é vender o irmão como escravo.

Enquanto Jacó sofre por acreditar que seu filho favorito foi morto por animais selvagens, José é levado ao Egito, onde um dia virá o ser o governador. 

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