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Domingo, 18 de Novembro de 2018
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Espetáculo "Firefly" une ilusionismo, tecnologia e acrobacia no Festival de Dança de Joinville

Peça da companhia italiana eVolution Dance Theater é apresentada na Noite de Gala do evento nesta segunda-feira (27)

Marciano Diogo
Florianópolis
Divulgação/ND
Fogos de artifício, cometas, ondas, criaturas incandescentes do fundo do mar que desaparecem em meio às cores e à escuridão estão entre as alegorias utilizadas para construir a peça de dança “Firefly”


Dança, teatro, ilusionismo, acrobacia, vídeo-arte e ginástica olímpica. A junção de arte, técnica e tecnologia poderá ser apreciada nesta segunda (27) no espetáculo “Firefly” [tradução, Vagalume], da companhia italiana eVolution Dance Theater, que será apresentado na Noite de Gala do 33o Festival de Dança de Joinville, no palco do Centreventos Cau Hansen. O espetáculo de dança contemporânea, reconhecido como um verdadeiro show, apresenta durante cerca de duas horas a combinação de projeção de luzes e imagens psicodélicas com músicas pop, eletrônica e rock, junto a uma autêntica coreografia que se constrói a partir uma série de vinhetas fantásticas.

Comparado a grupos reconhecidos por espetáculos-shows, como o argentino Fuerza Bruta e o norte-americano Momix, a companhia italiana eVolution realiza sua primeira turnê no Brasil, onde apresenta a peça “Firefly” em nove cidades, incluindo em Joinville nesta segunda-feira. Com sete anos de existência, o grupo tem como idealizador e diretor o coreógrafo norte-americano Anthony Heinl, 39, que, antes de seguir carreira artística na dança, se formou em química e física pela Universidade de Michigan. “Eu sempre soube que não queria passar minha vida inteira em um laboratório”, brinca Heinl, que afirma ainda que os vaga-lumes foram o mote criativo para concepção da peça. “Também sempre fui fascinado por esses animais, desde que estudava ciência. Há algo de fascinante no movimento e iluminação natural dos vaga-lumes, que têm o poder de criar toda uma atmosfera mágica”, afirma.

A estética inovadora é outro diferencial de “Firefly” – desenhos a laser são criados em tempo real em um telão durante o espetáculo. “Venho trabalhando na concepção desta peça há sete anos, eu mesmo montei todo o design de luz. É um espetáculo em que criamos fantasias visuais. Utilizamos esses truques tecnológicos e transformamos o movimento do corpo em algo único”, garante o diretor Heinl, que também faz parte do elenco da peça, juntamente com outros sete bailarinos. O espetáculo-show da Noite de Gala do festival de hoje terá um público de 4.300 pessoas. Os ingressos estão esgotados. 

 

Iluminação futurista e fogos de artifício
Fogos de artifício, cometas, ondas, criaturas incandescentes do fundo do mar que desaparecem em meio às cores e à escuridão estão entre as alegorias utilizadas para construir a peça de dança “Firefly”. “Queremos proporcionar uma experiência sensorial para o público. Contamos pequenas histórias dentro de uma longa narrativa”, explica o coreógrafo Anthony Heinl.

 De fato, o espetáculo promete explorar o sentido da visão de forma arrojada, com efeitos especiais baseados no uso de luzes negras e projeções de luzes coloridas. “É difícil não gostar da peça. E o público brasileiro tem sido bem caloroso e expressivo”, conclui o diretor. O 33° Festival de Dança de Joinville ocorre até o dia 1o de agosto promovendo mostras competitivas, apresentação de espetáculos, cursos, oficinas e seminário.

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