Publicidade
Quarta-Feira, 21 de Novembro de 2018
Descrição do tempo
  • 26º C
  • 17º C

Dire Straits Legacy volta a Santa Catarina, desta vez com show no Centro de Eventos Petry

Show neste sábado reúne ex-integrantes do Dire Straits com novos músicos e todos os hits do grupo

Da Redação/ND
Florianópolis
19/01/2018 às 20H34

A banda Dire Straits marcou a geração da década de 1970 e 1980 com sucessos como “Sultans of Swing”, “Romeo and Juliet” e “Money for Nothing”. Como uma forma de homenagem, os ex-integrantes da banda, Alan Clark, Phil Palmer, Danny Cummings, Mel Collins, Marco Caviglia e Primiano Dibiase se unem a Trevor Horn e Steve Ferrone para reviver e formar o Dire Straits Legacy, que se apresenta em Biguaçu neste sábado. Os shows da nova turnê brasileira fazem parte das comemorações dos 40 anos do legado do Dire Straits e revivem a atmosfera da icônica banda britânica.

Show revive os sucessos da banda de rock britânica - Mariagrazia Proietto/Divulgação/ND
Show revive os sucessos da banda de rock britânica - Mariagrazia Proietto/Divulgação/ND



O Dire Straits Legacy é um projeto que se amplia, longe do clichê de reunião, mas com a intenção de tributo, de manter a memória das músicas nos shows ao vivo, como:  “Tunnel of Love”, “Walk of Life” ou faixas como “When It Comes to You”, “You and Your Friend”, “On Every Street”, do primeiro álbum “Wild West End” e muitos outros hits.

Sem o ícone da banda, o vocalista e compositor Mark Knopfler, que seguiu carreira solo, os ex-integrantes do Dire Straits se reuniram para continuar ecoando os hits do grupo tão pedidos pelos fãs. Em 2016, o tecladista Alan Clark, que entrou para banda britânica em 1980, começou a participar do projeto Legacy junto com os músicos Phil Palmer (diretor musical, guitarras e voz) e Danny Cummings (percussão), ambos participaram da “Dire Straits On Every Street Tour”, em 1991 e 1992, e o renomado saxofonista Mel Collins, que foi membro do Dire Straits de 1983 a 1985, e tocou no famoso “Alchemy Live Album” e no “EP Twisting By The Pool EP”.

O baixista Trevor Horn, que formou à banda The Buggles e gravou o hit “Video Killed the Radio Star” se uniu ao projeto. É dele a produção de alguns hits que marcaram os anos 1980, como “Lexicon of Love”, de ABC, “Owner of a Lonely Heart”, do Yes, e “Relax”, “Two Tribes” e “The Power of Love”, sucessos da banda Frankie Goes to Hollywood. Já o baterista Steve Ferrone é mais conhecido por ter tocado com a banda Tom Petty and The Heartbreakers, nos últimos 25 anos, e fez parte do grupo White Average Band. Também gravou e tocou com Duran Duran, Stevie Nicks, Laura Pausini, Christine McVie, Slash, Chaka Khan, Eric Clapton, Bee Gees, Scritti Politti, Aerosmith e Johnny Cash. Ele chegou ao Legacy em 2011. O guitarrista Phil Palmer atendeu ao Plural por e-mail. Confira a entrevista:

Entrevista: Phil Palmer,  guitarrista

O Dire Straits tem um dos discos mais vendidos da história da indústria fonográfica, o “Brother in Arms” (1985). Vocês sentem que esse disco ainda é o preferido dos fãs?

Nós tocamos músicas de todo o repertório do Dire Straits e todas são amadas por diferentes razões... As canções do Knopfler são obras-primas, que retratam as vidas das pessoas, inclusive as nossas, são emotivas e feitas para qualquer faixa etária. “Brothers in Arms” é um clássico, mas todas as músicas são maravilhosas para tocar.

Danny e Phil, vocês tocaram no Dire Straits nos anos 1990, e hoje estão com o Dire Straits Legacy, vocês sentem muita diferença do público dos anos 1990 para o de hoje?

Sempre ficamos felizes em ter uma boa recepção do público para o nosso legado. Nosso público tende a ser de diferentes idades, variando dos fãs que nos acompanham desde os anos 1980, passando pelos 1990, até um novo grupo, jovem, de fãs, que são fascinados pelo esse gênero da música, mas nunca assistiram a um show ao vivo, apenas na TV ou no YouTube. Com o evento ao vivo, pretendemos reproduzir a paixão e a dinâmica da banda original por meio de um núcleo de membros da banda que estavam lá pela primeira vez.

Para vocês, qual é o maior legado do Dire Straits?

As músicas, os arranjos ao vivo, a evolução da banda, por um período incrível, como uma das maiores bandas do mundo.

Você tem uma música favorita do Dire Straits para ouvir ou tocar?

Minha favorita, pessoalmente, é “Private Investigations”. Essa peça é um pequeno filme, é sempre uma emoção tocá-la.

Qual a relação de vocês com o Brasil? E o que os fãs brasileiros podem esperar desse show em Biguaçu?

 Nós tocamos no Brasil em 2017 e a recepção do público foi maravilhosa. Estamos ansiosos para retornar e  esperamos provocar o mesmo interesse da plateia. O Dire Strais Legacy evoluiu e, no ano passado, nós produzimos um álbum com novo material, conteúdo que vamos incorporar ao show em Biguaçu, junto aos clássicos da banda.

 

Serviço:

O quê: Show da banda Dire Straits Legacy

Quando: 20/1, 21h30 (abertura da casa)

Onde: Centro de evento Petry, rod. BR 101, km 193, Biguaçu

Quanto: a partir de R$ 99/R$ 49,50 (meia) a R$ 5000 (camarote). Clube ND tem 20%

Publicidade

0 Comentários

Publicidade
Publicidade