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Segunda-Feira, 19 de Novembro de 2018
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Dia dos Namorados pede clássicos do cinema romântico para inspirar casais

Confira sugestões da filmografia romântica para hoje

Carol Macário
Florianópolis
Daniel Queiroz / ND
Pipoca a dois: Cinema é um dos programas românticos de Thaís Lentz e Ricardo Vasques

 

Tem algumas histórias de amor que parecem de cinema. Thaís Lentz e Ricardo Vasques se conheceram quando nem ela e nem ele tinham mais grandes expectativas de encontrar um grande amor, até que, pimba!, de repente aconteceu. A paixão pode surgir instantaneamente, no segundo que dois olhares se cruzam num vagão de trem, por exemplo, e cresce à medida que a conversa flui, como Jesse e Celine, os personagens de “Antes do Amanhecer” (1995), do diretor Richard Linklater, um clássico da filmografia romântica.

Depois da sequência em 2004, com “Antes do pôr-do-sol”, o terceiro filme da série – inspirada numa noite em que Linklater conheceu uma mulher e pensou “isso poderia virar filme” - estreia nesta sexta no Brasil. “Antes da meia-noite” dessa vez mostra o empenho dos dois para manter acesa a chama do amor romântico diante da rotina.

Mas o cinema guarda outros clássicos do romantismo e inspiram casais hoje, Dia dos Namorados, e sempre. Não só pelas histórias, mas pelo próprio ato de ir ao cinema, ainda considerado um dos melhores programas a dois. “Ele está me ensinando a assistir mais filmes”, conta a jornalista Thaís Lentz. Ela e o marido, casados há quase oito meses, têm um pacto de ir ao cinema pelo menos uma vez na semana. “E faz toda a diferença na rotina”, diz ela.   

Eles têm inclusive uma dica para os apaixonados, um filme que eles assistiram mais de uma vez: “O fabuloso destino de Amelie Poulain” (2002), de Jean Pierre Jeunet.  O Plural embarca nas dicas e no romantismo da data e sugere alguns filmes bons para inspirar no Dia dos Namorados.

“Lisbela e o Prisioneiro” (2003), dirigido por Guel Arraes

Comédia romântica brasileira mostra o romance entre Lisbela (Débora Falabella) e Leléu (Selton Mello). Eles se apaixonam assim que se conhecem, mas têm que enfrentar impasses, entre eles o noivo de Lisbela e um matador disposto a acabar com Leléu.

“Shakespeare Apaixonado” (1999), dirigido por John Madden

Com bloqueio criativo, o autor de teatros londrino William Shakespeare conhece uma moça que sonha atuar – proibido para mulheres no século 16. Ela se disfarça de homem e ensaia um texto do escritor e os dois vivem uma história de amor proibida e com final tão dramático quanto “Romeu e Julieta”.

Alguém Tem que Ceder” (2004), dirigido por Nancy Meyers

Harry Sanborn (Jack Nicholson) namora Marin (Amanda Peet), jovem com idade para ser sua filha. Quando visitam a mãe dela, Erica, ele sofre uma parada cardíaca e fica aos cuidados dela e de um jovem médico local. Aos poucos Harry apaixona-se pela mãe, e o médico também, e os dois tornam-se rivais.

“Sintonia de amor” (1993), dirigido por Nora Ephron

Tom Hanks e Meg Ryan encontram-se neste romance em que ele interpreta um viúvo. Preocupado com a tristeza do pai, o filho pequeno participa de um programa de rádio e, por telefone, diz que gostaria de arrumar uma namorada para o pai. Annie Reed (Meg Ryan) ouve o desabafo e se apaixona pelo personagem de Hanks.

“A Delicadeza do amor” (2011), dirigido por David Foenkinos e Stéphane Foenkinos

Filme francês mostra a história de Nathalie (Audrey Tautou), jovem com casamento perfeito e vida tranquila. Seu mundo vira de cabeça para baixo quando o marido morre num acidente e, para enfrentar a dor, ela mergulha no trabalho. Até o dia em que sem mais nem menos dá um beijo em Markus (François Damiens), colega de trabalho grandalhão e desengonçado.

“Diário de uma Paixão” (2004), dirigido por Nick Cassavetes

Numa clínica geriátrica, Duke lê para uma interna com um quadro mais grave a história de Allie Hamilton (Rachel McAdams) e Noah Calhoun (Ryan Gosling), dois jovens que se apaixonaram em 1940 num parque de diversões. Eles foram separados pelos pais dela, mas se reencontram anos depois.

“Tudo Acontece em Elizabethtown” (2005), dirigido por Cameron Crowe

Depois de um fracasso, Drew Baylor (Orlando Bloom) é demitido e a namorada rompe o relacionamento. Prestes a cometer suicídio, o celular toca e a irmã o avisa da morte do pai e o chama para apoiar a família. A caminho da cidade natal, ele conhece Claire Colburn (Kirsten Dunst), uma aeromoça que lhe dá alguma esperança no futuro. 

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