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Quarta-Feira, 19 de Setembro de 2018
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Dia de coxinha! Empresa de São José oferece 16 tipos diferentes dessa delícia; tem até doce

O Maria Coxinha oferece o produto para veganos, vegetarianos e celíacos, por exemplo

Karin Barros
Florianópolis
Marco Santiago/ND
São 16 sabores entre o frango tradicional, coxinhas vegetarianas, de churros, nutella, entre outros 

Do desejo de uma vegetariana frustrada em talvez nunca mais comer uma coxinha nasceu, há um mês, o Maria Coxinha, uma Coxinharia e Bar no Centro Histórico de São José. Flávia Destri Garcia, 33, é vegetariana há nove anos e sempre conviveu bem com os pratos de verduras, frutas e legumes que passou a consumir, porém o fato de não comer mais aquela massa macia, frita, clássica em bares e padarias, a decepcionava. Foi então, que com o apoio do amigo e sócio Eduardo Tonolli, 27, e das companheiras de ambos, surgiu um bar exclusivo de coxinha.

Segundo Flávia, ele é o único em Santa Catarina, e oferece 16 sabores. Sim, acreditem, é possível degustar 16 sabores diferentes de coxinha, e claro, a clássica de frango, que é feita com muito mais temperos e sabor, e acaba sendo uma das mais pedidas, pelo receio que muitas pessoas têm do novo.

Pelo valor de R$ 5 cada é possível comer coxinha de siri, com massa tradicional; camarão e linguiça Blumenau, com massa de abóbora, que é uma das mais pedidas; aipim com carne seca; feijão com carne seca e couve, com massa sem glúten e sem lactose. As coxinhas veganas são de feijão com couve, com legumes ou inhame com legumes, ou as vegetarianas, de abobrinha, ricota e mussarela. No Maria Coxinha também tem coxinha doce, de churros com doce de leite ou com nutella, brigadeiro com morango ou com paçoca ou leite ninho com doce de leite.

Marco Santiago/ND
Coxinhas doces, também têm, como de churros e de nutella

Elas têm 80 gramas, um pouco menor que aquelas vendidas em padarias, mas é proposital, já que a ideia é que os clientes provem vários tipos. Flávia afirma que a maioria das pessoas fica satisfeita com quatro coxinhas. É possível também comprar uma porção de minicoxinhas (30 gramas) por R$ 12. A coxinharia é bem preocupada com a necessidade do público, por isso fica atenta à solicitação dos clientes, caso sejam alérgicos a ovo, por exemplo, é possível prepará-la de outra maneira, ou até assá-la. As coxinhas também são fritas com óleo diferenciado, para evitar que o produto seja muito gorduroso.

Marco Santiago/ND
O prato bem brasileiro, feijão com couve também virou coxinha

 Receita de família

A receita do salgado veio da avó de Bruna Vanzuita, modelo que também auxilia na cozinha do Maria Coxinha. Foi fazendo várias provas em casa que elas chegaram ao ponto e gosto esperados. Os produtos são fabricados diariamente e não chegam a ser congelados.

Com frequência há novos sabores no cardápio. Em breve deve estrear a coxinha de pinhão, que está em fase de teste. Para acompanhar a massa frita, os sócios indicam um dos 12 rótulos de cervejas artesanais ou um ainda quentão. O espaço onde o Maria está localizado é pequeno, em uma casa tombada, bem no estilo açoriano, já que a coxinha por si só tem origem em Portugal.

 

Marco Santiago/ND
Os sócios Flávia e Eduardo. Na Maria Coxinha, a massa do salgado também pode ser de abóbora, sem glúten e lactose e pode ser até assada  

Serviço

O quê: Maria Coxinha, Coxinharia e Bar
Onde: praça Arnoldo de Souza, 102, Centro Histórico de São José
Quando: de quarta a sábado, das 18h às 23h; e aos domingos da Feira da Freguesia

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