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Quarta-Feira, 21 de Novembro de 2018
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Costelaria Ponta d'Agulha serve carnes nobres em Florianópolis e na Pedra Branca

Restaurante oferece cortes como entrecot, picanha, costela e carré de cordeiro

Karin Barros
Florianópolis
Eduardo Valente/ND
Na Costelaria, costela é carne de primeira


A moda das comidas gourmets pegou, e não é de hoje que podemos conferir inúmeros restaurantes e lanchonetes que assumiram a nomeação e elitizaram o modo de servir os pratos. Se você achou que isso poderia acontecer com tudo, menos com uma churrascaria, está enganado. A Costelaria Ponta d'Agulha, com sede na SC-401, no Norte da Ilha, e na Pedra Branca, em Palhoça, serve cortes nobres de maneira diferenciada aos clientes. 

As carnes nobres são cortes feitos a partir da melhor parte do gado, considerada a parte traseira do animal. São nobres os pedaços como o entrecot, a picanha, o carré de cordeiro e as costelas de porco e de gado. De acordo com Renato “Negão” Araújo, 54, um dos três sócios da Costelaria, apesar da fama, a costela não é uma carne de segunda. “Boi de primeira não tem carne de segunda”, explica ele sobre os produtos vindos do Rio Grande do Sul, de gados de raça britânica, para o empreendimento. A carne de segunda seria no boi o peito, a paleta e os músculos, por exemplo. Administram o espaço também o casal João e Margaret Widolzer.

“Negão”, que é da Capital e trabalha com gastronomia há 30 anos, além de ser filho de assador, levava o hobby de assar costelas como uma forma de ganhar dinheiro em festas particulares antes de abrir o restaurante. Para ele, o segredo de uma boa costela, carro chefe da casa, é a qualidade da carne, o fogo constante e a altura da grelha na churrasqueira, que tem que ser uma altura grande para não queimar e não assar, e sim cozinhar com o calor do osso. “Normalmente as pessoas colocam alguma coisa por cima para aquecer, eu sempre coloquei papelão, que abafa e fica naquela pressão do calor”, diz. Na Costelaria, são servidas de 40 a 85 costelas por dia, entre final de semana e dia de semana. O sócio explica também que o único tempero necessário é o sal grosso.

Eduardo Valente/ND
"Negão" trabalha com gastronomia há 30 anos


O nome Ponta da Agulha não é por acaso. Ponta da Agulha é ponta da costela que fica na parte flutuante, no final, antes da fraldinha. Para acompanhamento, “Negão” indica a maionese, com receita da casa, e a pupunha, um tipo de palmito da Amazônia, que vem de Indaial, além de pão com alho e linguiça. Outro diferencial do local é a forma de servir, que é à la carte, e não em rodízio, como a maioria das churrascarias da região. Lá, os clientes escolhem um tipo de carne nobre, dizem quantas gramas querem, entre 250g e 350g e recebem no prato assado na hora na mesa.

Serviço

O quê: Costelaria Ponta da Agulha
Onde: rod. SC-401, 7.626, São Antônio de Lisboa, Florianópolis/ Praça do Passeio Pedra Branca, Palhoça
Quando: de terça a sexta, das 11h30 às 23h; sábado, domingo e feriados, das 11h30 às 16h30
Quanto: de R$ 60 a R$ 80 por pessoa 

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