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Comunidades se organizam para apresentações da Paixão de Cristo nesta sexta-feira

Ribeirão da Ilha, Centro, Enseada do Brito e Guabiruba são alguma das regiões a celebrar o momento de fé da Páscoa

Redação ND
Florianópolis
11/04/2017 às 11H16
Paixão de Cristo - Divulgação/ND
A encenação da Paixão de Cristo de Guabiruba é uma das principais do país, e esse ano conta com a participação de Francisco Cuoco - Divulgação/ND


A comunidade católica celebra nesta sexta-feira o dia em que Cristo foi crucificado e sua morte no calvário. Para marcar a data, diversas igrejas e grupos religiosos fazem tradicionalmente uma apresentação teatral que explica melhor a história bíblica. Uma delas é a encenação da Paixão de Cristo que ocorre no Teatro Ademir Rosa, no CIC (Centro Integrado de Cultura), em duas sessões, às 17h30 e às 20h, e é organizada pelo grupo Movimento de Emaús. Em dois anos de apresentações no CIC, aproximadamente 3600 espectadores assistiram a peça. Essa é a 25ª edição do grupo, que reúne 80 jovens, e os organizadores prometem cenas novas, inovações no figurino, música e cenário.

Outra encenação muito importante na Capital, que é realizada desde 1983, é no Ribeirão da Ilha, na praça Hermínio Silva, em frente a igreja. Caso continue a previsão de chuva, a apresentação ocorre dentro do salão paroquial. O grupo, que envolve quase 100 pessoas ligada a paróquia Nossa Senhora da Lapa, sendo 90 atores, ensaia desde o final do Carnaval. Marilei Silva, texto e direção da peça, acredita que esse ano cerca de quatro mil pessoas assistam a encenação no Sul da Ilha. 

Em Guabiruba, no Vale do Itajaí, ocorre uma das principais encenações da Paixão de Cristo do sul do país, organizada pela Associação Artístico Cultural São Pedro. Esse ano ela conta inclusiva com a participação especial do ator global Francisco Cuoco, que vai interpretar o sumo sacerdote Neftali. Ele já atuou em 27 peças de teatro, dez filmes, e 57 novelas, e contracenou com grandes nomes das artes cênicas. O espetáculo, intitulado “Paixão e Morte de Um Homem Livre”, é realizado pelo grupo guabirubense desde 1981, e nasceu como um musical, apresentado por grupos de jovens da cidade. Logo depois, passou a ser apresentada na capela do Bairro São Pedro, nas celebrações pascais. 

A encenação é feita no pátio da capela São Cristóvão, no bairro Aymoré, que permite a instalação de palcos e passarelas distribuídos em sete mil metros quadrados. A estrutura é erguida a céu aberto, com expressivo volume de som e iluminação. 

Os números do teatro também são gigantescos: 400 colaboradores, todos voluntários, entre atores e equipe técnica, completamente entregues ao espetáculo, assistido por mais de oito mil pessoas a cada edição.

Esse ano, “Paixão e Morte de um Homem Livre” será apresentada na quinta, às 20h, e na sexta-feira, 19h30. O tempo estimado do espetáculo é de duas horas. 

Nesta nova edição o enredo da paixão, morte e ressurreição de Jesus apresenta Maria como narradora. Outra novidade é a proximidade do público, com momentos de interação. A Associação Artístico Cultural São Pedro acredita que essa história, contada há mais de dois mil anos, ainda é capaz de surpreender e emocionar.

Na Enseada do Brito, em Palhoça, também haverá a encenação dos últimos dias de vida de Jesus Cristo. A apresentação acontece na sexta, às 19h30, e no sábado haverá mais uma mostra da história da Bíblia, mas dessa vez sobre a ressurreição.

Serviço

14/4, 17h30 e 20h, R$ 20, Teatro Ademir Rosa, CIC, avenida Irineu Bornhausen, Agronômica, Fpolis
14/4, 18h30, gratuito, Praça Hermínio Silva, Ribeirão da Ilha, Fpolis
13 e 14/4, 20h e 19h, R$ 5, “Paixão e Morte de um Homem Livre”, capela São Cristóvão, Aymoré, Guabiruba
14/4, 19h30, gratuito, igreja Nossa Senhora do Rosário, Praça Inácio Paulo Dalri, Enseada do Brito, Palhoça

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