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Quinta-Feira, 20 de Setembro de 2018
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Catarinense Joelson Bugila é o vencedor do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea

O artista ganhou uma bolsa de estudos de um mês na Cité Internationale des Arts, em Paris, e deve embarcar em fevereiro de 2015

Juliete Lunkes
Florianópolis
Divulgação/ND
Joelson foi selecionado com a obra “Espaço Compartilhado”

 

O artista plástico Joelson Bugila foi o escolhido entre 22 catarinenses inscritos no Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea para embarcar no início do próximo ano para Paris, onde terá a oportunidade de estudar na Cité Internationale des Arts durante um mês. Ele foi o primeiro colocado entre oito finalistas que desde a última terça-feira (15), até 31 de julho, estarão com suas obras expostas no hall do CIC (Centro Integrado de Cultura), na Capital.

Natural de Criciúma, Joelson foi o vencedor do prêmio com a obra “Espaço Compartilhado”, produzida em 2012, época em que veio de Porto Alegre para morar em Florianópolis. “Quando cheguei aqui comecei a utilizar a praia como processo de criação, e pesquisando temas como o vazio e o deslocamento fotografei o movimento de um balão na praia. O trabalho é um total de três obras com quatro imagens desse balão, com seus pontos ligados por um traço de tinta acrílica, por isso o nome ‘Espaço Compartilhado’”, explica o artista. Após finalizar um curso intensivo na Aliança Francesa para se familiarizar com o idioma que ele nunca teve qualquer aproximação, Joelson deve embarcar para Paris em fevereiro de 2015.

“Estou super feliz, e como eu já pretendia começar o mestrado em artes no ano que vem, encaixou direitinho, porque aprender mais uma língua conta muito, o francês enriquece bastante”, diz.

Além de Joelson, o artista Juliano Zanotelli, segundo colocado com o trabalho “Blue Équivaut Rouge 1 e Blue Équivaut Rouge 2”, recebeu uma bolsa de estudos de um ano na Aliança Francesa Florianópolis, eMarcos de Carvalho Júnior , que ficou em terceiro lugar com a obra “A vida útil dos dados impressos varia de acordo com a maneira como são armazenados” , ganhou uma bolsa de seis meses.

O júri que selecionou os oito finalistas e os três premiados era formado por Lena Peixer, diretora da Galeria Pedro Paulo Vichetti, Mary Garcia, diretora de difusão cultural da FCC (Fundação Catarinense de Cultura) e o fotógrafo canadense radicado em Florianópolis Scott MacLeay.

Todos os candidatos inscritos no prêmio deveriam ser artistas residentes em Santa Catarina, ter entre 18 e 35 anos de idade, e submeter trabalhos em uma  área das artes visuais contemporâneas, entre elas pintura, gravura, serigrafia, fotografia, escultura e grafite.

Além dos três primeiros colocados, também compõem a mostra no CIC os artistas Thiago Rogério de Castro, comIemanjá e o Pescador”, Leonardo Yonamine e a obra “Cartola e Vinícius”, Thomas Anthony Dadam Bello, com “Distopia”, Victor Lima, com “Meu maior inimigo” e Tiago Migliorini, com a obra “Imagine”.

 

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