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Domingo, 23 de Setembro de 2018
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Artista plástico palhocense Jacob Silveira morre aos 68 anos

Pintor morava na Guarda do Embaú e morreu na madrugada dessa quinta-feira (9) por causa de um AVC

Marciano Diogo
Florianópolis
Andréia Farias/Divulgação/ND
O pintor catarinense Jacob Silveira utilizava símbolos de civilizações antigas em suas telas


O artista plástico palhocense Jacob Silveira morreu na madrugada desta quinta-feira (9) aos 68 anos. Jacob, que pintava há décadas e sofria de diabetes, morreu por volta da 1h30 no Hospital Regional de São José por causa de complicações de um AVC (Acidente Vascular Cerebral). O enterro acontece hoje no Cemitério Passa Vinte, em Palhoça. Jacob trabalhava com a pintura e utilizava diferentes técnicas e uso de materiais que iam além das tintas, como colas e areia. O artista plástico também foi um dos organizadores do Palhostock, festival musical histórico ocorrido na Grande Florianópolis na década de 1970.

“Sua arte teve várias fases. Seu trabalho tinha algo característico conceitual que era o uso de símbolos de civilizações antigas como inscrições rupestres. Trabalhou muitos anos também com o pontilhismo. Ultimamente, trazia uma arte bem gestual em telas de grandes dimensões”, conta Macé Di Bernardi, que era amiga de Jacob e dirigiu o documentário “Jacob e Seus Símbolos”, filme que explora a vida e obra do artista.

Pai de quatro filhos, Jacob Silveira era casado e chegou a trabalhar como bancário antes de seguir trajetória profissional na arte. Natural de Palhoça, na Grande Florianópolis, chegou a morar em Angelina antes de se mudar para a Guarda do Embaú, onde residia atualmente. “Era uma pessoa amável e querida, sempre recebia todos em sua casa para falar da sua arte”, observa a diretora Macé Di Bernardi, que também fez curadorias para exposições de arte de Jacob.

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