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Quarta-Feira, 21 de Novembro de 2018
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Animação “O Bom Dinossauro”, nova aposta da Pixar, chega nesta quinta-feira aos cinemas

Filme propõe o questionamento: e se o asteroide que provocou a extinção dos dinossauros jamais tivesse atingido a Terra?

Gustavo Bruning
Florianópolis
Divulgação/ND
O dinossauro Arlo aprende a enfrentar seus maiores medos com o pequeno troglodita Spot

 

Após revelar o que os brinquedos fazem na ausência de seus donos, mostrar que até mesmo as emoções têm sentimentos e apresentar a diversidade de um mundo habitado por monstros, a Pixar volta ainda mais no tempo em seu novo filme, “O Bom Dinossauro”, que estreia nesta quinta-feira (7) no país. Com o novo longa, o estúdio, considerado o braço forte de animação da Disney, propõe um simples questionamento: e se o asteroide que se chocou contra a Terra há 65 milhões de anos e provocou a extinção dos dinossauros jamais tivesse atingido o planeta?

O 16º longa-metragem da Pixar, que desde 1995 cativa com jornadas magníficas através do oceano, das nuvens e do espaço, explora uma improvável amizade. Quando o pequeno troglodita Spot acaba preso em uma armadilha, descobre no bondoso e tímido apatossauro Arlo um novo amigo. O encontro de diferentes personalidades resulta em uma parceria que faz com que que Arlo enfrente seus maiores medos, permitindo que o dinossauro descubra do que realmente é capaz.

 

 

Desenvolvido ao longo de seis anos, o filme teve uma produção conturbada e repleta de especulações, desde o anúncio em 2012. Originalmente sob o comando de Bob Peterson, “O Bom Dinossauro” teve a história alterada radicalmente e o lançamento adiado de maio de 2014 para novembro de 2015. Em um estágio avançado da produção, em 2013, Peterson deixou a cadeira de diretor, por conta de preocupações quanto ao rumo que o longa estava tomando. O projeto precisou de um empurrão dos melhores diretores da Pixar, liderados por John Lasseter, até que o codiretor Peter Sohn, assumiu a direção. Dubladores já anunciados como Neil Patrick Harris, Judy Greer e Bill Hader foram substituídos ou tiveram seus personagens eliminados, e o filme foi “completamente reimaginado”, de acordo com o ator John Lithgow, que interpretaria um dos dinossauros. A versão final conta com Jeffrey Wright, Sam Elliot e Anna Paquin como dubladores, além de Frances McDormand – a única que empresta a voz desde o início do projeto.

No Brasil, a animação chega dois meses após o lançamento norte-americano, fazendo de 2016 o primeiro ano com duas estreias da Pixar no país. Fugindo do questionável costume, a Disney Brasil não convocou nenhum ator ou apresentador global para dublar a versão nacional. As tradicionais celebridades convidadas são o trio de humoristas paulistanos Anderson Bizzocci, Elidio Sanna e Daniel Nascimento, os Barbixas, que emprestam suas vozes e personalidades aos raptores Bubbha, Earl e Melvin.

Ao som da música “Pompeii”, hit da banda inglesa Bastille, o trailer de “O Bom Dinossauro” não convoca apenas crianças para assistirem ao longa. Produzido por um estúdio que tradicionalmente encanta todos os públicos, o filme recebeu diversas críticas negativas após a estreia nos Estados Unidos, justificadas por um tom sombrio atípico da Pixar.

Com trilha sonora composta por Mychael Danna (“As Aventuras de Pi” e “Pequena Miss Sunshine”) e seu irmão, Jeff Danna, a animação chega algumas semanas antes de outra estreia da Disney, “Zootopia”. Em um ano repleto de lançamentos infantis, a empresa ainda promete “Procurando Dory”, sequência de “Procurando Nemo”, para junho, e a fantasia musical “Moana”, para novembro.

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