Publicidade
Sábado, 18 de Novembro de 2017
Descrição do tempo
  • 24º C
  • 21º C

Vítima do atropelamento em Jurerê presta depoimento à polícia

Além da vítima, o motorista de um ônibus também prestou depoimento nesta quinta-feira

Colombo de Souza
Florianópolis
10/08/2017 às 19H50

A primeira vítima do atropelamento que ocorreu no domingo (6), na SC-402, em Jurerê, prestou depoimento nesta quinta (10) ao delegado da 7ª Delegacia de Polícia Civil. Édson Mendonça de Oliveira foi um dos três homens atropelados pelo Audi conduzido por Sérgio Orlandini Sirotsky, 21. Ele os amigos  Sérgio Teixeira da Luz e Rafael Machado da Cruz saíram de uma festa e aguardavam um Uber em um ponto de ônibus quando aconteceu o atropelamento. 

>> Quatro pessoas são atropeladas na SC-402 e motoristas fogem

>> Pai do motorista do Audi pede desculpas às vítimas

Um dos veículos envolvidos no acidente foi abandonado cerca de 3km após o local do atropelamento - Marco Santiago/ND
O Audi envolvido no acidente foi abandonado cerca de 3km após o local do atropelamento - Marco Santiago/ND



Das três vítimas, o caso mais grave é de Sérgio Teixeira, que ainda está hospitalizado. O terceiro atropelado, Rafael Machado, está em recuperação em casa.

Além de Édson, o delegado também ouviu nesta quinta o motorista de um ônibus. Segundo Otávio, ele dirigia o coletivo na rodovia e teria sido abalroado pelo Audi envolvido no acidente. O nome do motorista e o teor dos depoimentos dele e da vítima não foram divulgados. Otávio disse ainda que pretende ouvir passageiros do ônibus e outras testemunhas para entender como a situação ocorreu. 

Sirotsky prestou depoimento na 7ª DP na quarta-feira (9), acompanhado pelo advogado Nilton Macedo e por sua mãe. De acordo com o delegado, ele alegou que “deu um branco” enquanto dirigia, mas retomou a consciência logo depois do impacto, mas sem saber o que teria acontecido. "Ele contou que jantou em um restaurante e, na sequência, foi para uma casa noturna. Neste local, ele tomou duas doses de vodka com energético e foi embora perto das 5h. No caminho, disse ele, que se sentiu tonto ou adormeceu e ouviu pessoas gritando. Por medo, continuou dirigindo o veículo", contou o delegado Otávio, sobre o depoimento de Sirotsky. 

O delegado pretende concluir o inquérito em tempo hábil e afirmou que não está descartada a possibilidade de pedir para o IGP (Instituto Geral de Perícias) a reconstituição do caso. 

Publicidade

1 Comentário

Publicidade
Publicidade