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Venda de ostras e mexilhões é liberada em SC após resultado negativo para toxina

Dois exames laboratoriais confirmaram que molusco não está mais contaminado por toxina diarreica em pontos de Florianópolis, Porto Belo e Palhoça

Redação ND
Florianópolis
06/09/2018 às 13H19

Após dois laudos negativos de contaminação, a Secretaria de Agricultura e Pesca de Santa Catarina confirmou, nesta quinta-feira (6), a liberação da retirada, comercialização e consumo de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões em pontos de Florianópolis, Palhoça e Porto Belo, que estavam comprometidos devido à presença da toxina diarreica (DSP).  

Dois exames laboratoriais foram realizados de forma consecutiva para análise dos moluscos e deram resultado negativo para a toxina. O laudo técnico foi emitido pela Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina) no começo da tarde.

As emblemáticas ostras de Florianópolis estarão no lançamento do Observatório de Gastronomia - Divulgação/ND
Laudo técnico foi emitido pela Cidasc - Divulgação/ND


A comercialização de ostras estava proibida desde a quinta-feira (30) em Porto Belo (Perequê, Ilha João da Cunha e Araça), Florianópolis (Freguesia do Ribeirão, Costeira do Ribeirão e Caieira da Barra do Sul) e Palhoça (Praia do Pontal e Praia do Cedro).

A toxina diarreica é produzida por algas que chegam ao litoral com a maré vermelha, prejudicando o consumo. A maré vermelha, conhecida por causa da coloração na água deixada pelas algas, acontece principalmente durante as altas temperaturas e o sol forte. No caso de Santa Catarina, a toxina diarreica deu positiva durante uma análise de rotina.

Com os dois laudos negativos, a comercialização é novamente liberada nesta quinta e coincide com o início da festa tradicional em Florianópolis que traz pratos produzidos com o molusco, a Fenaostra.

Confira a nota na íntegra

A Secretaria da Agricultura acaba de liberar a retirada e consumo de ostras e mexilhões em todas as áreas de cultivo de Santa Catarina. Seguem mais informações e mapa com a situação atual.

Liberação das áreas de cultivo de moluscos em Santa Catarina

A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca anuncia que todas as áreas de cultivos de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões de Santa Catarina estão desinterditadas. Portanto, está liberada a retirada, comercialização e o consumo destes animais e seus produtos, inclusive nos costões e beira de praia.

Desde quinta-feira (30), oito áreas de cultivo de ostras e mexilhões de Santa Catarina estavam interditadas devido à presença de ficotoxinas DSP, conhecida como toxina diarreica, nas amostras de mexilhões. A partir de hoje, está liberada a retirada e comercialização nas localidades de Ilha João da Cunha, Araçá e Perequê (município de Porto Belo); Freguesia do Ribeirão, Costeira do Ribeirão, Caieira da Barra do Sul e Taperinha do Ribeirão (município de Florianópolis); e Praia do Cedro e Praia do Pontal (município de Palhoça).

A desinterdição das áreas de cultivo acontece após dois laudos negativos e consecutivos assegurando que não há presença de DSP nos moluscos analisados – garantindo a segurança alimentar dos produtos.

Monitoramento da Maricultura

Santa Catarina é o único estado do país que realiza o monitoramento permanente das áreas de cultivo através do Programa Estadual de Controle Higiênico Sanitário de Moluscos. Esse programa existe em todos os países que possuem uma produção expressiva de moluscos, e é um dos procedimentos de gestão e controle sanitário da cadeia produtiva.

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