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Suspeito de torturar e matar missionária foi encontrado após furto em Penha

Rodrigo Petermann, conhecido como Japa, é suspeito de cortar orelha e atropelar Maria Firmino Pereira Silva, de 51 anos

Redação ND
Florianópolis
05/07/2018 às 12H58

Foi preso na tarde desta quarta-feira (5), em Penha, Rodrigo Petermann, conhecido como Japa, suspeito de ter agredido, decepado a orelha e atropelado Maria Firmino Pereira Silva, de 51 anos, no dia 17 de junho, em Alfredo Wagner. Ela morreu no último dia 20 no Hospital Regional, em São José. Maria era natural da Paraíba e morava há dois anos em Santa Catarina.

De acordo com Vanderlei Kanopf Santos, agente de polícia responsável pela delegacia de Alfredo Wagner, Rodrigo foi preso devido a um furto cometido em Penha, onde estava foragido. Ele foi autuado em flagrante e, quando foi levado à delegacia, foi identificado como o suspeito pelo crime de Alfredo Wagner. Então, foi encaminhado ao presídio de Itajaí. Posteriormente, ele deverá ser transferido para Lages. 

Ainda segundo Kanopf , Japa está detido por um pedido de prisão temporária, mas será solicitada a conversão para prisão preventiva pela materialidade dos atos já constatada. A data da transferência do suspeito será determinada pelo Judiciário. O agente Vanderlei  diz que também aguarda autorização judicial para ouvir Rodrigo sobre a investigação das agressões que culminaram com a morte de Maria Firmino Pereira Silva e concluir o inquérito. A expectativa é de que ele seja ouvido e transferido para Lages nos próximos dias.

Maria trabalhava como cuidadora do dono da casa onde ocorreram as agressões, que é deficiente físico. No imóvel, onde já funcionou uma clínica para reabilitação de dependentes químicos, também morava Rodrigo, um ex-interno do local.

O proprietário da casa, que é a  principal testemunha do caso, disse à polícia que primeiro Japa agrediu Maria e em seguida pegou sua caminhonete e fugiu, indo até Palhoça, onde teria abandonado o carro. Ele contou que também foi agredido.

A família da vítima veio a Santa Catarina e diz que não acredita na versão do proprietário do sítio onde ocorreu o crime, que é a única testemunha e de quem Maria estava cuidando nos últimos dois anos. Os dois se conheceram em Itajaí, onde Maria acabou sendo contratada para cuidar dele, indo morar na casa em Alfredo Wagner.

* Com informações da RICTV Record

Maria Firmino Pereira Silva trabalhava como cuidadora e foi assassinada em Alfredo Wagner - RICTV/Divulgação/ND
Maria Firmino Pereira Silva trabalhava como cuidadora e foi assassinada em Alfredo Wagner - RICTV/Divulgação/ND



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