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Secretaria libera mais uma área para comercialização de ostras na Grande Florianópolis

No total, são quatro em Florianópolis e outras quatro em Palhoça; a informação foi confirmada nesta segunda-feira (30)

Redação ND
Florianópolis (SC)
30/10/2017 às 22H02

A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca liberou mais um ponto na Grande Florianópolis, que estava interditado para a comercialização de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões em Santa Catarina devido à presença de toxina paralisante (PSP). No total, são quatro em Florianópolis e outras quatro em Palhoça.

A informação foi divulgada nesta segunda-feira (30), com a inclusão da Praia do Pontal. Com isso, totalizam oito áreas liberadas em Florianópolis e Palhoça. As áreas liberadas na Capital desde sexta-feira (27) ficam na região da Baía Sul - no Barro Vermelho, Freguesia do Ribeirão, Costeira do Ribeirão e Caieira da Barra do Sul. Já em Palhoça, além da praia citada, estão liberados na Enseada do Brito, Praia do Cedro e Barra do Aririú.

“Essas áreas nunca estiveram com problemas, mas estávamos monitorando para ver se iria mudar essa situação. Como a análise da última semana não apresentou problemas, liberamos a comercialização”, explicou o gerente de Pesca e Aquicultura, Sergio Winckler da Costa.

O gerente afirma que continua monitorando locais em todo o Litoral catarinense. “O que já tínhamos como positivo para a presença da toxina se confirmou, embora com uma diminuição da concentração dessas substâncias. Alguns lugares não apresentaram laudo positivo, como Santo Antônio de Lisboa, Cacupé e Sambaqui, mas como a Praia do Forte, em Florianópolis, fica próximo e apresentou, estamos aguardando novos resultados para ter mais segurança e, se for o caso, liberar essa área também”, disse.

O restante dos pontos continua com presença da toxina e devem permanecer interditados para comercialização. “Todos os dias, temos análises e resultados”, concluiu Sergio da Costa. A última análise foi realizada na sexta-feira (27).

Desde o dia 19 de outubro, a comercialização de moluscos estava proibida em todo o Litoral devido à toxina paralisante. A medida preventiva foi tomada após a detecção da substância na carne mexilhões no município de Porto Belo.

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