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Santa Catarina lidera ranking de eficiência dos estados criado pela Folha de S.Paulo

Saúde e segurança pública são os indicadores que puxaram o estado catarinense para o topo da lista

Fábio Bispo
Florianópolis
19/08/2018 às 20H56

Santa Catarina é o Estado com maior eficiência do país, segundo aponta o REE-F (Ranking de Eficiên­cia dos Estados – Folha), divulgado neste domingo (19). O ranking consi­dera 17 variáveis agrupadas em seis componentes para calcular a relação gastos e indicadores nas áreas de saúde, educação, segurança, infra­estrutura e finanças dos 26 Estados.

Santa Catarina lidera ranking de eficiência criado pela Folha - Reprodução/Folha de São Paulo/ND
Santa Catarina lidera ranking de eficiência criado pela Folha - Reprodução/Folha de São Paulo/ND

Em uma escala de 0 a 1 apenas cinco unidades da federação ultra­passaram 0,5 e são consideradas” eficientes”. Ou seja, oferecem mais saúde, educação e infraestrutura à população com menos recursos aplicados. Além de Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Pernambuco e Espírito Santo estão entre os cin­co melhores colocados no ranking. Outros seis Estados foram classifi­cados com “alguma eficiência”, oito com “pouca eficiência” e sete unida­des da federação são consideradas “ineficientes” pelo ranking.

Os melhores indicadores de San­ta Catarina, que contribuíram para que o Estado assumisse a primeira posição do ranking, foram seguran­ça pública, com 0,915 pontos, e saúde, com 0,645. Já no indicador de educa­ção, Santa Catarina é o quinto e em infraestrutura o 12º. Já no quesito finanças, o Estado é apenas o 21º.

“Conseguimos promover inves­timentos nos setores prioritários do Governo e os resultados aparecem: redução dos índices de criminalida­de e melhor atendimento na área da Saúde, entre outros setores”, comen­tou o governador Eduardo Pinho Mo­reira sobre o ranking.

Ranking revela situação crítica nos estados

Os cinco estados considerados “eficientes” englobam 37% da população brasileira. Esse número sobe para 67% quando incluídos outros seis estados classificados com “alguma eficiência”.

A partir do cruzamento dos investimentos com a atividade econômica dos estados, o REE-F aponta que aqueles que mantêm ou ampliaram a base industrial e de serviços também são os melhores colocados.

O ranking também revela situações criticas. Em mais da metade dos estados, 14 unidades da federação, os índices de educação, que incluem número de matriculas e taxa de evasão, estão abaixo da média nacional. Já no indicador saúde, que leva em conta a mortalidade infantil e o número de médicos por habitante, está abaixo da média em 13 estados.

Dos 26 estados do país, 15 são pouco ou nada eficientes, aponta ranking da Folha - Reprodução/Folha de São Paulo/ND
Dos 26 estados do país, 15 são pouco ou nada eficientes, aponta ranking da Folha - Reprodução/Folha de São Paulo/ND



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