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Terça-Feira, 25 de Setembro de 2018
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Rotary Club faz caminhada em Florianópolis para marcar dia Mundial de Combate à Polio

Entidade é envolvida com a causa desde 1979 e ajuda a erradicar a doença, o que pode acontecer em 2018

Redação ND
Florianópolis

Uma caminhada na Beira-Mar Norte, em Florianópolis, a partir das 19h de quinta-feira (24), vai marcar o dia Mundial de Combate à Polio. A ação é uma das iniciativas do Rotary Club, que trabalha desde 1979 no combate à paralisia infantil. A expectativa é que a doença seja erradicada até 2018.

Além da caminhada, os Rotary Clubs de Biguaçu, São José, São José Kobrasol e Estreito vão realizar um Risoto Solidário Dançante, no Centro de Eventos Petry, no dia 10 de novembro. A previsão é de arrecadar R$ 8,5 mil para os fundos da Polio Plus. “O Rotary é o braço voluntário da causa, que faz a defesa junto a governos e busca recursos”, afirmou Wan Yu Chih, que coordena a campanha em Santa Catarina.

O Dia Mundial contra a Pólio é em homenagem a Jonas Salk, cientista descobridor da primeira vacina contra a paralisia infantil. Chamada de Salk ou injetável, foi logo adotada pelos países ricos.

Mas foi a vacina inventada pelo médico Albert Sabin que possibilitou o combate em escala global. Por ser oral, permitia fácil aplicação e baixo custo. O cientista, inclusive, participou de uma campanha de vacinação em Santa Catarina. O Brasil erradicou a doença há 24 anos.

Em 1988, quando a Iniciativa Global para a Erradicação da Pólio foi lançada pela Assembleia Mundial da Saúde, ocorriam 350 mil novos casos por ano, quase 1.000 por dia. Em 2012, pouco mais de 200 casos foram registrados em alguns países da África e Ásia - dentre eles a Nigéria, Paquistão e Afeganistão. Esses países nunca deixaram de abrigar o vírus causador da doença.

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