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Rogério Portanova e Ângelo Castro apresentam suas propostas como candidatos ao governo

Portanova defendeu o uso da tecnologia na educação e na saúde para diminuir a dívida da área; Ângelo Castro afirma que o programa do partido é a “derrota do golpe” da ex-presidente Dilma Rousseff

Redação ND
Florianópolis
04/09/2018 às 22H48

Os candidatos ao governo do Estado, Rogério Portanova (Rede) e Ângelo Castro (PCO), foram os últimos entrevistados da série de entrevistas da Record News. A candidata Ingrid Assis (PSTU) não compareceu à entrevista.

Rogério Portanova e Ângelo Castro - Reprodução / Record News
Candidatos Rogério Portanova e Ângelo Castro - Reprodução / Record News

Portanova defendeu o uso da tecnologia na educação e na saúde para diminuir a dívida da área, principalmente com hospitais, com o uso de telemedicina e procedimentos que vão enxugar a máquina pública. “Hoje há cerca de 64 escolas que estão praticamente fechadas e 63 mil alunos que estão em evasão escolar. Vamos propor coisas simples como uma horta comunitária que vai servir de alimento para a própria cantina das escolas. E fazer parcerias com Sesc, Sesi e Senai para os alunos de segundo grau”, afirma.

O candidato da Rede quer incentivar o uso da energia solar no Estado que, segundo ele, é menos agressiva ao meio ambiente. “O nosso problema com a mobilidade é por que usamos exclusivamente o automóvel. Precisamos ter alternativas, como as linhas férreas. Outra alternativa concreta é observarmos a possibilidade de termos carros elétricos dirigidos de forma autônoma. É uma verdadeira chacina o que temos hoje no trânsito”, diz ele.

Questionado sobre sua motivação para ser candidato ao governo de Santa Catarina, Ângelo Castro, do PCO, afirma que o programa do partido é a “derrota do golpe” que, segundo ele, foi aplicado com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). “Rasgaram a Constituição e as leis. Me identifiquei muito com o partido, que decidiu me lançar como candidato a governador”, diz ele.

Questionado sobre como tornar a máquina pública mais eficiente, Ângelo afirmou que a crise é do capitalismo e não dos trabalhadores. “O programa do partido é derrotar o golpe. Em cima desse golpe, os golpistas querem eleger outro golpista para validar o golpe. O Estado tem que ser do trabalhador, gerenciado pelo trabalhador”, afirma. Em um possível governo, Ângelo afirma que fará uma mobilização da massa de trabalhadores, por meio de comitês, para indicar quais são as prioridades do Estado.

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